Marketing Digital

Qual é o novo perfil do consumidor na era digital?

A internet revolucionou a forma como pessoas interagem ao redor do mundo, tanto em relações pessoais quanto profissionais e entre consumidores e marcas. A facilidade de acesso à informação proporcionada por essa revolução tornou o consumidor mais informado e, consequentemente, mais exigente e com expectativas maiores. Com isso, os modelos antigos de comunicação e vendas unilaterais não são mais eficazes e, muitas vezes, irritam o cliente, podendo até destruir marcas. Continue lendo esse post e entenda um pouco mais sobre o novo perfil do consumidor na era digital!

Informação acessível

Vivemos a era da informação rápida e acessível a praticamente todos. Com isso, os consumidores tornaram-se mais conscientes e atentos aos produtos que compram. Eles querem saber a qualidade, a procedência, a forma de fabricação e a essência da marca. Se todos esses itens não estiverem alinhados a seus valores, eles certamente não consumirão seus produtos. Essa maior consciência também elevou a procura por produtos saudáveis e socialmente responsáveis. Como já vimos algumas vezes, uma marca que fabrica seus produtos com trabalho escravo não é aceita e nem perdoada nos dias de hoje.

Comunicação multilateral

No marketing tradicional, a comunicação era unilateral, ou seja, a marca falava e o consumidor ouvia. O novo perfil do consumidor na era digital não aceita mais essa forma de comunicação. Ele não apenas quer ter o poder de resposta como também quer trocar ideias e opiniões com outros consumidores e, até mesmo, com outras marcas na mesma conversa. Por isso, é tão importante a marca estabelecer uma presença online constante e bem estruturada.

É preciso manter um relacionamento transparente e frequente com os clientes e isso envolve conhecer o seu público a fundo. Você precisa saber quais são suas motivações e problemas para que a sua empresa consiga entregar produtos, serviços e informações que realmente tenham algum valor, e não apenas mensagens promocionais. Também é necessário que a empresa fale a mesma língua que o seu público para que ele consiga criar algum tipo de identificação com a marca.

Velocidade de respostas

A comunicação multilateral e a velocidade com que as informações repercutem nos meios digitais obriga as empresas a também atuarem com a mesma velocidade. Não apenas para responder a dúvidas ou reclamações dos consumidores, mas também para reagir a situações de crises e oportunidades de mercado. Uma crise que acontece hoje tem que ser tratada no mesmo segundo antes que se torne irreversível, assim como uma oportunidade de mercado para lançamentos ou, até mesmo, uma nova comunicação — que precisa ser detectada e aproveitada quase que em tempo real.

Marketing de atração

Todo esse cenário trazido pelo novo perfil do consumidor fez com que o marketing de atração se consolidasse como o método mais efetivo para atrair e conquistar clientes. Esse tipo de marketing, ao contrário do tradicional, cria formas de ajudar o cliente a solucionar problemas através de conteúdos e informações altamente relevantes, que vão educar o consumidor e atraí-lo para os seus produtos e serviços. Essa é uma forma de marketing menos agressiva e que traz resultados comprovados a longo prazo, uma vez que tem tudo a ver com os anseios do novo consumidor. Suas estratégias permitem um profundo conhecimento de seu público-alvo, além de disponibilizar conteúdos importantes e criar aproximação entre empresas e clientes.

As empresas que não se adaptarem ao mundo digital e ao novo perfil do consumidor ficarão para trás, por isso, está mais do que na hora de você começar a rever as suas estratégias de marketing. Ficou com alguma dúvida sobre o tema? Deixe nos comentários que responderemos! Não deixe de ler sobre nosso artigo sobre presença online.

Presença Online, você sabe o que é isso?

Criar e manter uma presença online relevante da sua empresa é fundamental para alavancar negócios e obter resultados nos dias de hoje em que, cada vez mais, as pessoas estão conectadas. Mas, afinal, como devo fazer para construí-la? Continue lendo o nosso post e entenda mais sobre o assunto!

Saiba o conceito

Antes de mais nada, vamos definir o que significa ter uma presença online. Ela é o resultado de um conjunto de esforços de marketing que vão construir (e consolidar) como a sua marca está representada e é vista pelo seu público nos meios digitais, tais como redes sociais, mobile, entre outros.

Entenda o seu público

Para que a sua empresa comece a estabelecer uma presença online, o primeiro passo é entender a fundo quem é o seu público-alvo. Comece definindo uma persona para o seu negócio. Trace um perfil detalhado de seu cliente, respondendo a perguntas como: quais são suas motivações? Quais os seus anseios? Quais problemas ele precisa resolver? Quais os seus sonhos e dificuldades? Uma boa dica é dar um nome, idade, profissão e algumas informações da vida pessoal dessa persona, pois isso facilitará o trabalho de definir a fundo quem é o seu público-alvo. Mas atenção: é essencial que todos esses dados sejam baseados em informações reais, caso contrário, a persona não vai refletir o seu cliente e toda a sua estratégia de presença online será “fantasiosa”.

Defina objetivos e indicadores de sucesso

Assim como toda estratégia de marketing, é preciso definir objetivos claros e indicadores de sucesso para as ações que você pretende executar a fim de estabelecer a presença online da sua empresa. Esse é um trabalho a longo prazo que exige frequência e esforços contínuos, por isso, é muito importante saber exatamente onde a sua empresa quer chegar e como identificar o retorno e o sucesso das ações. Acompanhar as metas com frequência também significa ter dados para avaliar se o que está sendo feito está de acordo com os objetivos da empresa como um todo e tomar atitudes para corrigir e adaptar estratégias.

Conheça muito bem as ferramentas digitais

Depois de definir a fundo quem é a persona do seu negócio e estabelecer metas e indicadores de sucesso, é preciso conhecer muito bem as ferramentas disponíveis no meio online e suas peculiaridades. Existem diversos mecanismos para a construção da presença online de uma marca, como as redes sociais, site, e-mail marketing, entre outros. Dependendo do objetivo que você traçou e dos hábitos da sua persona, uma delas pode ser mais ou menos indicada. Por isso, é muito importante conhecer as opções e ter em mente as funcionalidades de cada ferramenta ao traçar a sua estratégia de presença online.

Cuide do relacionamento

A internet tem memória — e das longas! Um comentário mal interpretado ou uma crise enfrentada pela sua empresa podem ficar registrados no meio digital para sempre. Por isso, manter um relacionamento aberto e constante com o seu público é essencial para construir a presença online da sua empresa e gerar resultados para o seu negócio. Além de receber feedbacks valiosos sobre seus produtos e serviços, o relacionamento vai fortalecer a marca nas redes sociais, fidelizar clientes e aumentar o seu faturamento!

Deu para ter uma ideia melhor do que é a presença online? Ainda tem dúvidas? Então deixe para a gente nos comentários que iremos respondê-las! Não deixe também de conferir nosso post sobre como fazer um plano de comunicação e mídia.

 

10 motivos para utilizar automação de marketing de conteúdo

1. Escalar o processo de marketing de conteúdo

Com o uso de uma plataforma de conteúdo, novos processos surgem e facilitam a distribuição de tarefas entre redatores. Depois disso, os analistas de marketing podem escalar também o uso e distribuição desse conteúdo, de acordo com a estratégia traçada.

2. Manter frequência e constância de publicações

A automatização de processos, como a produção de conteúdos, aumenta a confiabilidade das produções saírem no deadline. Datas de entrega e publicação por exemplo, podem ser determinadas no sistema e monitoradas facilmente. Para uma estratégia de marketing de conteúdo é fundamental manter a frequência de publicação e interação com os usuários.

3. Garantir a promoção do conteúdo

Após produzido, o conteúdo deve ser entregue. Com ferramentas específicas, a empresa pode criar e enviar emails para a base de leads de maneira mais assertiva. Programar publicações nas mídias sociais, garantindo constância e variedade, também é possível com a automação. Além disso, a empresa poderá analisar o engajamento gerado e contabilizar o sucesso de uma publicação ou de uma campanha inteira.

4. Manter um padrão de qualidade

Padronizar processos e conteúdo deve estar na estratégia de toda organização. Postagem, escolha ou criação de imagens, formatação, entre outras variações podem ser setadas no sistema. Sincronizar plataformas para diminuir o tempo perdido na operacionalização de cada uma, separadamente, também contribui ativamente para aumentar a qualidade da produção. Dessa forma, os profissionais podem se dedicar a atividades mais estratégicas, como análise de resultados e sugestão de pautas mais criativas e alinhadas com o público-alvo.

5. Precisão da estratégia baseada no funil de vendas

Na automação do marketing de conteúdo existe a possibilidade de programar as etapas de interação com a base de leads de forma personalizada e inteligente. Outro ponto positivo são todas as etapas do funil pelas quais um lead precisa passar até ser entregue para o time de vendas. Esse caminho que lead percorre torna o processo mais certeiro e eficaz, já que o contato só será realizado para os vendedores no momento em que o prospect estiver pronto para comprar e no final do funil.

Ferramentas também permitem segmentar e priorizar certos púbicos de acordo com o estágio dentro do funil de vendas. O grupo X, por exemplo, será alimentado com uma sequência de atividades e conteúdos personalizados periodicamente, até que avance nos estágios do funil de vendas. Lembre-se que marketing de conteúdo é também marketing de precisão e resultados. Entregar o conteúdo na hora certa e para a persona adequada são requisitos para o sucesso da estratégia.

6. Manter uma equipe enxuta

Como grande parte do trabalho de educação e preparação do lead que o pessoal do marketing deveria fazer antes de entregar para vendas é feita de forma automaticamente, a necessidade de uma equipe grande de marketing diminui. Antes focada em fazer o relacionamento inteiramente manual, a equipe pode aplicar seus esforços na criação dos “caminhos” que os leads terão de percorrer. Depois de planejados e criados os caminhos, a nutrição é feita automaticamente, dispensando retrabalho e estratégias que recomecem do zero.

7. Gerenciar diversos canais ou contas

Em casos de agências, é preciso gerenciar múltiplas contas. Fazer isso manualmente pode gerar erros diários, que prejudicam a estratégia e a imagem do cliente. Imagina postar algo de um cliente na conta de outro? Isso pode acontecer, mas é facilmente evitado quando há uma plataforma adequada para gerenciar canais e contas distintos.

Em vez de manual, a postagem no blog, por exemplo, pode ser agendada e realizada automaticamente. A sincronização com redes sociais também ajuda a otimizar o trabalho. A equipe de marketing pode configurar a alimentação automática das redes em um espaço de tempo pré-definido de acordo com um cronograma acordado com o cliente. No caso de uma empresa que não tenha uma equipe grande de marketing, a automação do gerenciamento dos canais também é fundamental, já que o aumento da produtividade é um dos objetivos principais para a rentabilidade da operação.

8. Estratégia documentada e centralizada

Manter toda a estratégia documentada e protegida é essencial para a efetividade das ações futuras. É lá que o profissional vai consultar toda vez que precisar alterar algum item do planejamento ou mesmo rever a estratégia completamente. De nada adianta perder semanas criando uma bela estratégia se ela não for seguida.

9. Monitoramento mais assertivo

As informações entregues pelos usuários nas landing pages são estratégicas para o marketind de conteúdo. Com elas, você pode ter insights para a criação de novos materiais e também para a distribuição do conteúdo. Além disso, é possível monitorar diariamente a interação dos usuários com seu blog, quantos e quem está baixando seus e-books, quais e-mails foram melhor aceitos e abertos, como estão as visitas às suas páginas, entre outros dados. Com ferramentas de automação é fácil e rápido configurar e gerar relatórios que transformem esses dados em informações relevantes para a tomada de decisões mais assertivas. O gestor tem uma visão panorâmica e holística de toda a estratégia e pode, assim, modificá-la ou segui-la como foi planejada.

10. Aumentar vendas

Não estaríamos falando de todas as vantagens da automação do marketing de conteúdo se não falássemos do principal e mais almejado resultado: o aumento de vendas. Alguns dos motivos já citamos acima, mas além deles há a nutrição de leads que ainda não estão prontos, a identificação do estágio de compra e o aumento no ticket dos leds gerados por ações de marketing de conteúdo. Endereçando o conteúdo adequado para levar o lead ao próximo estágio, educando-o no assunto, ajudando-o a reconhecer o problema e investir em uma solução, garante leads mais preparados e qualificados. Quando o marketing garante o fornecimento de conteúdo adequado e prepara a venda, é esperado que os tickets sejam maiores ao chegar o momento de compra.

4 tendências quentes de marketing mobile para 2016

Olhe para o lado e você verá alguém olhando para a tela de um smartphone ou tablet. Os dispositivos móveis fazem parte do nosso dia a dia e isso já não é mais novidade. Desde o controle de e-mails, leitura das últimas notícias, auxílio do GPS ou acesso ao banco, eles vêm transformando nossos hábitos e facilitando nossas tarefas. Em 2015, o tráfego móvel superou o de usuários de desktop pela primeira vez na história. 2015 também foi o ano em que o Google lançou o “Mobilegeddon” – algoritmo para eliminar sites não otimizados para dispositivos móveis. Se você acha que o crescimento do tráfego móvel não se aplica ao Brasil, pense de novo: mesmo diante da crise, a venda de smartphones por aqui aumentou no ano passado. Não estamos fazendo uma retrospectiva 2015. Estamos apenas trazendo dados que indicam a tendência para o ano que se inicia: o crescimento do marketing mobile.

O marketing mobile, marketing praticado por meio de dispositivos móveis, tem como objetivo levar praticidade e agilidade ao consumidor e aproximá-lo de nossa empresa. Esqueça os dias de comunicação vertical (de cima para baixo), de anúncios intrusivos e campanhas de sensibilização mal alinhadas e acompanhe a seguir 4 tendências quentes de marketing mobile para 2016.

1. Vamos aprender mais sobre nossos clientes

Finalmente estamos em um ponto em que não somos mais engolidos pelo excesso de dados sem uso e podemos começar a usá-los para criar interações mais significativas. O grande número de dados – também conhecido pelo termo big data – servirá para entendermos melhor nossos clientes. Os dispositivos móveis serão as ferramentas que farão isso acontecer. Poucas coisas causam tanto impacto quanto um dispositivo que o cliente leva para todos os lugares. Descobrir como criar esse impacto é algo em que as empresas ainda estão trabalhando. Mas pode apostar que a resposta está nas mãos dos próprios clientes, literalmente.

2. Motores de busca irão exibir mais do que sites

O Google já exibe vídeos em resultados de pesquisa, mas recentemente está experimentando vídeos com anúncios também. Outros motores de busca, bem como outras plataformas como o Facebook e o Twitter, já aproveitam esses tipos de anúncios em forma de vídeos que rodam automaticamente. Assumindo que os usuários são receptivos à ideia, não se surpreenda ao ver aplicativos aparecendo nos resultados de busca orgânica. Também é muito provável que vejamos o Google totalmente otimizado, proporcionando uma busca móvel refinada e de acordo com as preferências do usuário.

3. Integração entre apps, e-commerce e mídias sociais

Plataformas sociais bem conhecidas estão dando os primeiros passos para se transformarem em centros comerciais. Podemos dizer que 2016 será o ano da inovação de aplicativos que já conhecemos. A integração entre aplicativos,
e-commerce e mídias sociais será cada vez maior e melhor.  Muitas plataformas sociais já estão amarrando as funcionalidades de e-commerce em suas redes. Desde o “Compre agora” do Instagram até os “Pins” compráveis do Pinterest: as plataformas estão procurando maneiras de acabar com as barreiras entre web, mídia social, aplicativo e e-commerce.

4. Aplicativos serão reflexos do nosso estilo de vida

Até agora os apps têm apenas uma funcionalidade. Você pode ter um app para o clima, outro para acompanhar o seu nível de condicionamento físico e alimentação diária e outro para lembrá-lo quando é hora de pegar as crianças na escola. Neste ano, os apps desenvolvidos se preocuparão mais em como se tornar parte integrante da vida do usuário, reunindo tudo em um só: o app dará a previsão do tempo para a sua corrida matinal, acompanhará o seu condicionamento físico durante a corrida e o lembrará de que está na hora de pegar as crianças. Os aplicativos escolhidos pelo usuário refletirão seu estilo e ritmo de vida.

A tendência é que em 2016 o processo de decisão de compra dos consumidores fique ainda mais complexo. Por isso, as equipes de marketing e vendas têm de se adaptar a essa nova realidade. Acompanhar as tendências é uma das maneiras de não ficar para trás. Seja criando uma versão móvel e responsiva de um site ou um app, as empresas terão a obrigação de proporcionar uma experiência positiva para os usuários que estão navegando através de um dispositivo móvel.

Se as empresas não seguirem esse caminho, o resultado provavelmente será a perda de clientes para concorrentes que se adaptaram às tendências. Você está preparado?

Confira também nosso artigo sobre como mensurar resultados de marketing de conteúdo.

Marketing de Conteúdo para negócios locais

Muitos negócios locais não conseguem se visualizar no meio do Inbound e do marketing de conteúdo. O motivo? Pensar que são metodologia incompatíveis com suas realidades e que os benefícios são mais claros para negócios de abrangência nacional.

No entanto, vários empreendimentos locais que começaram a investir tendo esse mindset tiveram resultados concretos, comprovando que o modelo funciona.

Por que o investimento faz sentido

A prática de marketing de conteúdo, aplicada pela Resultados Digitais, por parceiros e por vários de nossos clientes, traz resultados excelentes dentro da metodologia de Inbound Marketing que aplicamos.

É um método explorado com mais profundidade no eBook “Marketing de Conteúdo para Resultados: alinhando conteúdo ao funil de vendas”, produzidos por nós em parceria com a Rock Content.

Mas, resumidamente, podemos dizer que marketing de conteúdo funciona para:

-Educar a audiência e potenciais clientes;
-Ser referência em determinado assunto relacionado a seu mercado;
-Influenciar na decisão de compra.
-Se você sua empresa possui uma presença online, é desejável que seja encontrada pelo maior número de pessoas. Ocupar as primeiras posições no Google é uma missão difícil, que exige um amplo trabalho em SEO e conteúdo.

Basicamente, o Google precisa de autoridade para identificar quais sites devem ser exibidos por primeiro, e é aí que entra o conteúdo.

Se sua empresa produz conteúdo expressivo para seu público-alvo e gera engajamento, comentários ou backlinks, é um sinal de que o seu site é relevante, e por isso ganhará em autoridade e, consequentemente, subirá no ranking.

O robô do Google mostra o que ele entende que são os melhores sites. E além de um site bem otimizado para SEO, o alto volume de tráfego qualificado também é um fator influenciador nesses resultados, já que essa condição é considerada como um sinal de relevância.

Ter um blog com assuntos relacionados a seu negócio diferem você de seus concorrentes também como marca. Como nesses casos o mercado é mais limitado, torna-se imprescindivel fidelizar clientes e fazer com que eles voltem mais vezes. Entregar conteúdo gratuito a um consumidor é uma forma de aproximação.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre, conheça  10 motivos para utilizar automação de marketing de conteúdo.

 

Geração de leads utilizando marketing de conteúdo

1. Inbound marketing

Sujan Patel, vice-presidente de marketing da When I Work com doze anos de experiência em marketing digital, aposta no inbound marketing como estratégia para geração de leads. Ele divide o plano em três passos básicos:

Criação de conteúdo (ferramentas, ebooks ou white papers): o conteúdo e as ferramentas que forem criadas podem ser utilizados para coletar endereços de e-mails ou obter ações sociais em páginas de conversão (landing pages). No caso da empresa When I Work, foi construído um modelo de planilha de Excel oferecido de graça. Em 2014, a ferramenta converteu mais de 2500 novos trials.

Construção de uma rede de relacionamentos (mídias sociais): dê atenção para o networking principalmente durante o processo de inscrição ou compra, logo após o momento “comprei o que precisava e estou feliz com isso”. Sites de comércio eletrônico costumam pedir que o cliente compartilhe a experiência depois da compra. Ou ainda, quando alguém compra ingressos online para um show, a página dá ao usuário a possibilidade de que ele compartilhe sua ida ao evento. Use essa tática também para SaaS, quando o usuário está empolgado com a compra.

Envio de e-mail marketing: Sujan Patel recomenda a criação de uma campanha de nutrição que revenda o valor do produto, reeduque e ofereça incentivos para o usuário voltar a ser cliente. O e-mail marketing também pode ser utilizado para avisar o usuário de um conteúdo novo, enviar promoções, dicas, etc.

2. Nutrição de leads + CTAs

Grande parte das empresas nutre leads com conteúdo por meio da automação de marketing, compartilhamento de conteúdo selecionado e ligações telefônicas. No entanto, é preciso pensar sobre a criação de mais oportunidades para pontos de contato – é o que diz Sam Aparicio, co-fundador e CEO da Ringio, uma plataforma de telefonia integrada ao CRM (customer relationship management).

Isso significa que além de alimentar os leads com conteúdo relevante para cada estágio do funil, as empresas precisam guiar e incentivar o usuário a praticar ações de conversão. Um exemplo bem conhecido (mas que muitas vezes é menosprezado) é o CTA (call to action), estratégia fundamental para aumentar o número de conversão e geração de leads.

3. AdWords + Landing Pages

A geração de leads deve se concentrar em ebooks, anúncios pagos e landing pages (LPs). Cara Tarbaj, responsável pelo marketing digital na Wishpond, aposta nos ebooks como uma ótima maneira de obter um nicho de mercado informado sobre algo que é relevante para o seu produto ou negócio. Anúncios e LPs são uma combinação eficaz para geração de leads. Uma campanha bem executada no Google AdWords, voltada para o público correto com uma LP otimizada, pode ser uma combinação vencedora para gerar leads qualificados.

4. SEO + Guest Posts

Investimentos em SEO e presença em sites de referência para o seu segmento são as chaves do sucesso da geração de leads. De acordo com Jonathan Bentz, gerente de marketing na Netrepid, a criação de conteúdo otimizado para motores de busca pode se transformar facilmente em leads qualificados. A presença em sites de referência relevantes para a indústria são importantes para pequenas e médias empresas, que provavelmente irão confiar em portais especializados. A dica é procurar portais de serviços específicos e tentar emplacar artigos, guest posts, notícias, etc. Incluir sua empresa na página de serviços do portal também é uma ótima maneira de captar novos leads.

5. Diversificação das estratégias

Quando se trata de geração de leads online, a chave é a diversificação. Para Adam Kearney, VP de marketing da MemberClicks, não há nenhuma receita mágica que atenda a todas as necessidades. Ferramentas e práticas como SEO, SEM, marketing de conteúdo, blogs, publicidade e redes sociais fazem parte de um ecossistema de marketing saudável. Ao diversificar seus esforços e assegurar que você tenha uma abordagem ampla, sua empresa não fica dependente demais de apenas uma tática. Além do mais, essa diversificação libera o espaço necessário para experimentar ideias inovadoras e “fora da caixa”. E o melhor: sem prejudicar seus objetivos gerais se alguma delas der errado.

Fica evidente que independentemente do segmento ou estratégia das empresas acima, o conteúdo é sempre a base de bons resultados. Seja para enviar e-mail marketing ou otimizar o site para os buscadores. Gerar leads requer paciência, planejamento e ação e a melhor forma de fazer isso é investindo em diversas “máquinas” geradoras de leads.

O que sua empresa ganha ao investir em uma estratégia de conteúdo digital

Conteúdo digital é mais barato e tem mais alcance

Engana-se quem pensa que estratégias de conteúdo digital só podem feitas por grandes empresas. Muito pelo contrário, pequenas e médias (PMEs) têm muito a comemorar com esta nova forma de fazer marketing. Afinal, produzir conteúdo próprio e ter meios para levá-lo até o público-alvo liberta todas as empresas da obrigatoriedade de investir muito dinheiro na mídia tradicional.

Basta comparar os valores pagos para anunciar em revistas impressas, em TV ou em rádios com o que se investe para a produção e distribuição de conteúdo próprio. O investimento é infinitamente menor. E o melhor: com marketing de conteúdo, dribla-se a resistência que o público tem com os anúncios tradicionais.

Conteúdo digital amplia os horizontes da marca e eleva a reputação

O anseio de toda marca é chegar ao coração de seus consumidores potenciais. Quando o foco do investimento era a mídia tradicional, não era possível ter 100% de certeza de que isso acontecia. Afinal, qualquer pessoa comprava o jornal ou assistia a um programa de televisão e tinha sua leitura ou sua programação interrompida para ver um anúncio. No impresso, não se tem certeza se as pessoas param na página do anúncio para ler a mensagem; na TV e no rádio, o controle remoto dá a possibilidade de mudar de canal/estação assim que chega o intervalo comercial…

Com a internet, isso muda totalmente. Agora é possível produzir conteúdo pensando exatamente no público-alvo. Somente as pessoas realmente interessadas vão buscar no Google informações relacionadas ao negócio da sua empresa e chegam até o conteúdo que você produziu. Também é possível usar algumas técnicas e ferramentas para que o conteúdo se destaque (palavras-chave, post patrocinados etc.). E o mais interessante: é possível monitorar o alcance das publicações, verificar em quais assuntos as pessoas mais estão interessadas… enfim, é possível criar métricas e avaliar resultados.

Conteúdo digital gera leads e potencializa negócios

Vender é o objetivo maior de toda e qualquer estratégia de marketing. Ao produzir conteúdo próprio, a empresa está direcionando seus esforços de comunicação para atrair e se relacionar com potenciais clientes.

É possível identificar possíveis leads e conduzí-los no funil de marketing (alimentando um ciclo de nutrição) para se relacionar com eles e, quando estiverem preparados, se aproximar com um discurso mais voltado para a venda. Ou seja, ao invés de “assustar” o potencial cliente já tentando vender, é possível fazer com que ele se ambiente com o assunto, veja sua necessidade, reconheça a autoridade da marca, conheça os produtos e esteja totalmente aberto para conversar sobre a compra. Tudo isso de forma automatizada, com o mínimo de esforço humano.

Fonte: Contentools

 

Marketing Digital – 16 técnicas para implementar

Marketing Digital

Quando se fala em marketing digital é natural que os gestores de empresas imaginem que apenas estratégias muito complexas é que trarão resultados em médio prazo. É verdade que os benefícios principais demoram um pouco a aparecer. No entanto, existem vários ajustes que podem ser feitos com facilidade – e pouco investimento em tempo e recursos – que trazem grandes melhorias.

Esse post reúne várias ações simples que podem trazer vantagens como: melhorar a indexação das páginas e impulsionar o tráfego para seu site, além de incrementar taxas de conversão e de abertura de email.

Para facilitar a implantação de suas ações, utilize esse post como um guia e aproveite os links relacionados com cada tópico para se aprofundar um pouco mais nas estratégias.

Veja abaixo o que é possível fazer sem grandes esforços, mas que trarão resultados relevantes:

No blog ou site

Evite exibir posts inteiros na página inicial
Entre os motivos para não exibir posts completos na sua home estão: garantir maior agilidade ao carregamento da página (e preservar a paciência do visitante), medir com maior precisão quantas visualizações cada conteúdo está recebendo e evitar conteúdo duplicado – que pode confundir as ferramentas de busca. Para resolver isso é só incluir o parâmetro “more” em seus posts. No WordPress, ela aparece assim na opção Visual:

Baseie-se nas palavras-chave mais buscadas na hora de escrever títulos
Como o Page Title (a frase que aparece no navegador) é muito valorizado pelo Google, é importante que ele aborde os termos que sua empresa esteja mirando para ficar bem posicionada nas buscas. Confira dicas para escolher as palavras-chave mais adequadas aqui.

Inclua call-to-actions em todo lugar
Impulsione as conversões incluindo call-to-actions em todo e qualquer lugar que você conseguir: páginas do site, em cada post publicado e até mesmo nos materiais que sua empresa disponibiliza para download. Nesse post ensinamos como criar seus botões de CTA utilizando o power point.

Use imagens atraentes em posts e materiais
Procure por boas imagens relacionadas ao tema para incluir em seus posts e nos materiais para download. Elas vão torná-los mais atrativos e garantem maior destaque nas mídias sociais ao compartilhar a URL. Veja outros benefícios de utilizar imagens e que cuidados tomar.

Use o atributo Alt nas imagens
Esta é uma dica super fácil de ser implementada, mas que ajuda o Google a entender melhor seu conteúdo: ao incluir as imagens nos posts, preencha o atributo Alt, informando do que ela trata. Esse indicativo também funciona como uma legenda quando a imagem não é exibida. Os buscadores leem esse atributo como parte do conteúdo, o que auxilia no posicionamento de sua página – se a descrição da imagem estiver relacionada com ele, claro. Confira na imagem abaixo:atributo alt

Divulgue seus links na assinatura de email e materiais
Facilite o acesso do usuário ao seu conteúdo. Para que ele continue acompanhando sua empresa com facilidade, você pode incluir links tanto para seu blog como para seus perfis nas redes sociais, na assinatura do email e em materiais que sua empresa disponibiliza para download.

Insira botões de compartilhamento para redes sociais
Se sua empresa utiliza o WordPress, pode facilmente incluir um widget de compartilhamento em redes sociais, como este que temos aqui ao lado esquerdo da página. Basta procurar pelo aplicativo Digg Digg na aba Plugins e instalá-lo em seu blog. Veja como incluir botões “Tweetar”, do Twitter, e “Recomendar”, do Facebook, em PDFs e emails.

Cuide com conteúdo duplicado
Confira se o site da sua empresa tem conteúdo duplicado nos endereços com www e sem www. Caso os dois endereços estejam coexistindo sem redirecionamento, podem estar diluindo sua autoridade. Para resolver o problema, eles devem ser unificados através do Redirect 301.

Nas redes sociais

Aproveite melhor o conteúdo publicado
Se sua empresa já possui vários posts e materiais publicados, é bastante positivo aproveitar esse conteúdo, publicando chamadas para eles nas redes sociais. É uma boa oportunidade de os visitantes mais novos conhecerem os materiais mais antigos e de gerar mais tráfego para seu site. Vale até criar uma planilha com a lista dos conteúdos para gerenciar a publicação.

Inclua links para Landing Pages em posts nas redes sociais
Aproveite a capacidade de disseminação de conteúdo das redes sociais também para divulgar call-to-actions com link direto para suas Landing Pages. Essa simples ação pode impulsionar o número de Leads captados.

Invista no “Impulsionar” do Facebook para divulgar suas ofertas
Como o Facebook limita a visualização de seus posts para apenas aproximadamente 10% dos seus contatos, investir na ferramenta “Impulsionar” para alcançar mais pessoas vai garantir resultados melhores para divulgar um eBook, por exemplo, e captar mais Leads.

No Email Marketing
Use template HTML em seus emails em vez de uma imagem única Um grande erro de várias empresas é utilizar uma única grande imagem no corpo do email para divulgar uma promoção. Um grande motivo para você desistir dessa ideia é que a grande maioria dos serviços mais populares de email tem um bloqueio por padrão de segurança. Ou seja, o usuário só vai visualizar se habilitar a visualização no momento de abertura do email e certamente muitos vão ignorar sua mensagem antes de fazer isso.

Segmente seus e-mails
Hoje em dia, nada é mais importante em email marketing do que entregar ao destinatário o conteúdo que seja de seu interesse. Investindo na segmentação de seus contatos, você consegue enviar a eles emails relacionados a tópicos que eles já tenham demonstrado interesse ao baixar seus materiais. Nossa ferramenta RD Station oferece a função de segmentação de Leads.

Envie ofertas em um email exclusivo
Sempre que publicar um novo material para download (eBook, webinar, whitepaper, etc), envie para sua base um email exclusivamente com o convite para acessar o conteúdo. Esse post explica como enviar um bom email promocional. Essa prática gera muito mais resultados do que só enviar, por exemplo, em uma newsletter, recheada de outros materiais.

Fonte: Resultados Digitais

Uma solução para enfrentar a crise no Brasil

Você já parou para pensar como algumas empresas conseguem crescer mesmo nos piores momentos de uma crise econômica?

De acordo com o Relatório Focus, divulgado pelo Banco Central do Brasil (BCB) em 16 de outubro de 2015, a perspectiva de crescimento da economia brasileira para o ano é de -3%. É o pior ano para o PIB do Brasil desde 1990, quando registrou uma contração de 4,20%.

Aspectos deste mau desempenho, também, não param de ser noticiados nos principais meios de comunicação:

– O Brasil perdeu o selo de “bom pagador” ao ter seu grau de investimento rebaixado pela agência de risco Standard and Poor’s;
– A perda do grau de investimento aliado à instabilidade política impulsionou a alta do dólar, elevando a cotação à marca histórica de R$ 4,24;
-Empresas que possuem dívidas em dólar viram ela aumentar em quase 50%, somente neste ano, reduzindo o fluxo de caixa para investimentos;
– Nossa “querida” inflação, representada pelo Índice de Preços ao Consumido Amplo (IPCA), tem seu valor projetado pelo Relatório Focus em 9,75% para o fim de 2015, a maior inflação da última década;
– Os últimos dados do IBGE mostram que a taxa de desemprego cresceu em 1,5% no último trimestre, ou seja, o saldo entre a geração de empregos e as demissões deixou mais 400 mil pessoas desempregadas somente entre abril e junho de 2015;
– O investidor estrangeiro, que vê a cotação do Ibovespa em dólar, viu no mês de agosto o índice ficar abaixo do pior momento da crise de 2008; quase uma pechincha.

Nesse redemoinho de más notícias e pessimismo, é comum se perguntar: afinal de contas, o que eu posso (e devo) fazer para que essa crise não chegue às portas da minha empresa?

Ninguém gosta de perder dinheiro ou ter que fazer escolhas que minimizam as perdas. A questão é que a oportunidade que traz ganhos concretos terá sempre preferência na escolha, e comumente é a “menina dos olhos” de todo o empreendedor.

Apresente uma proposta que gere um fluxo de caixa positivo, que possua indicadores claros de desempenho, que maximize tanto o Return on Investiment (ROI) quanto o Return on Equity (ROE), e veja como o projeto ganha a atenção de quem realmente importa dentro da empresa.

Este tipo de projeto sempre vai se destacar frente àqueles com“missing points”.

Cortar gastos ou investir? Eis a questão!

Nos tempos de crise, é comum que o corte de gastos seja a primeira coisa que venha à cabeça.

“Vamos cortar alguns funcionários”, diz ele.
“Vamos diminuir a verba do marketing”, diz ele.
“Vamos comprar do fornecedor mais barato”, diz ele.

Quase que por um reflexo natural, vemos na redução dos gastos a melhor saída para estes casos.

No entanto, apesar de parecer bastante óbvio, o que muitas vezes passa despercebido é que a redução dos gastos é apenas uma solução paliativa ao baixo fluxo de aquisição de novos clientes ou à redução no ticket médio dos clientes atuais. Afinal, se não houvesse o auferimento (ou a projeção) menor de receita, provavelmente não haveria sentido em reduzir os gastos essenciais da empresa, não é?

Vide o setor industrial, por exemplo.

Somente em 2015 o setor recuou em 6,9% e é o que registra as maiores perdas, segundo o IBGE. Sabendo deste pessimismo que ronda a economia e que é um modelo de negócio que demanda investimentos “pesados” para qualquer tipo de mudança, nada mais natural do que reduzir os gastos um pouco aqui e outro pouco ali, certo?

Aparentemente, não!

Segundo a sondagem da FGV/IBRE sobre o rumo dos investimentos no setor industrial, feita em setembro de 2015, cerca de 67% das indústrias irão manter ou aumentar o nível de investimento para os próximos 12 meses. É um sinal claro de que, mesmo numa crise, há projetos com boas perspectivas de retorno, que valem o esforço da empresa em manter o seu desenvolvimento e, inclusive, em investir mais, dando escalabilidade ao negócio.

Um corte de gastos mal estruturado pode refletir num falso ganho marginal ao passo que os impactos desse desinvestimento afetem direta ou indiretamente a geração de receita.

A empresa que arrisca perder os recursos que a impulsionam e que a diferenciam no seu setor perde em market share para a concorrência, entregando seus bons clientes “de bandeja”. Sabendo que esta já não é a melhor época para perder receita, vale lembrar que conquistar um novo cliente custa de 6 a 7 vezes o valor de reter um atual.

O melhor caminho continua sendo garantir que a sua empresa esteja com uma estrutura financeira e operacional focada nas melhores oportunidades de negócios, e que os gastos sejam feitos com base no melhor retorno possível. Este é o sonho de qualquer empreendedor e também dos gestores, analistas e funcionários, pois é o que irá garantir a boa saúde da empresa e os salários de cada um.

Onde entra o Marketing Digital nessa história?

Primeiro, vamos recapitular alguns fatos deste post:

Fato 1: Sabemos que o país e que muitas empresas estão em recessão;
Fato 2: Vimos que um corte de gastos mal estruturado, inclusive no marketing, pode ruir uma empresa;
Fato 3: Decision makers almejam projetos que provem por A+B o ROI positivo e que vão maximizar o ROE.
Apenas mostrar que a situação está ruim, onde estão os erros e a necessidade de bons projetos é uma coisa fácil. Mas onde é que estão estes projetos com ROI positivo e que maximizam o ROE da organização?

Se prestarmos a atenção, não importa o ramo da empresa, nem seu tamanho ou tempo de mercado. Uma coisa é certa: sempre vai haver um orçamento voltado para gastos em marketing com foco no aumento das receitas da organização, e quanto mais positivo for o fluxo de caixa atribuído às ações do marketing, mais bem sucedido é o projeto. Simples assim.

As empresas devem reconhecer que um bom setor de marketing é o principal responsável por manter funcionando o “motor das vendas” e que, por muitas vezes, se dedica a turbiná-lo. Sempre que bem estruturado e alinhado às novas tendências, isto estará longe de ser uma coisa ruim.

Gastos em ads

Apesar de ser uma análise divulgada em 2014 pela TechCrunch, através de dados fornecidos pela ZenithOptimedia, viu-se que desde 2013 os gastos com publicidade na internet ultrapassaram os gastos com publicidade no jornal impresso, pela primeira vez. Além disso, a projeção de crescimento era para que em 2016 estes mesmos gastos com mídia online (desktop e mobile) ultrapassassem em 0,2% todos os gastos com mídia impressa (jornais, revistas, outdoor, etc), perdendo apenas para os anúncios em televisão.

Somente para 2015, a previsão feita pelo site eMarketer era de que os gastos com mídia online no Brasil ultrapassariam a marca de R$ 7 bilhões, um crescimento de 10% frente à 2014, mesmo em meio à recessão econômica.

Estes dados e tendências de migração da mídia impressa e offline para a mídia online estão fundamentados tanto na importância da jornada de compra dos clientes quanto na qualidade dos indicadores de desempenho para os projetos de Marketing Digital. Segue abaixo uma tabela comparando os benefícios do Marketing Digital com aqueles da mídia offline:

Marketing digital

Quando ambos são comparados lado a lado, fica fácil perceber que o uso consistente do Marketing Digital facilita a utilização de estratégias baseadas em low hanging fruits, trazendo bons resultados para a empresa a partir de poucos esforços.

Fonte: Resultados Digitais

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