Posts By : Vanesca Lima

Como conquistar e manter clientes através das mídias sociais

Saiba onde estão seus clientes

Onde você está concentrando sua atenção? Além do Facebook e do Twitter, seus clientes podem fazer parte de outras redes sociais como o Instagram, o Google+,o Pinterest, o Vimeo. É importante marcar presença onde você sabe que poderá encontrá-los.
Depois de começar a participar de outras mídias sociais, é fundamental dar aos clientes a atenção que eles buscam. Deixar de responder um comentário de um usuário, por exemplo, pode fazer com que ele perca o interesse na empresa e com que você “se queime” com outros atuais ou potenciais clientes. Portanto, além de ter uma presença relevante em todas as redes sociais de que participa, seja sensível a qualquer comunicação com o cliente.

Fique atento ao que o cliente está dizendo

Quando começar a atuar ativamente nas redes sociais, é esperado que seus clientes comecem a interagir. Dessa interação podem surgir perguntas, reclamações e sugestões, por isso, é essencial saber o que e como você vai responder. Preste atenção ao que os clientes (e o público em geral) dizem. Eles vêm a sua página para reclamar, fazer perguntas ou fazer um elogio?

Dependendo do seu negócio, as mensagens podem dar dicas, feedbacks positivos e construtivos (reconhecendo-os, você ganha leitores cheios de boa vontade que podem ajudar muito) ou até mesmo constituírem reclamações sobre produtos/serviços e críticas ao atendimento ao cliente. Ninguém espera que você seja um ninja das respostas, mas a chave é ter uma estratégia, um plano de ação que lhe dê embasamento para priorizar as questões a serem respondidas com mais agilidade e de forma personalizada.

Descubra como eles interagem com você

Você vem percebendo que grande parte do seu tráfego vem do seu canal no Twitter? Em segundo lugar, o canal que tem mais menções à sua empresa é o Facebook? Para ter estes dados, você certamente precisou fazer um acompanhamento e assim pôde ter noção de quantas mensagens esperar ou de quando e como você deve separar um momento para respondê-las, certo?

Por exemplo, você tem um plano para responder seus clientes em diferentes fusos horários ou durante o feriadão? Pensando nessas variáveis, quanto tempo você levaria para respondê-los? Faz sentido contratar alguém para monitorar e responder essa demanda? Considerar o seu tempo de resposta é fundamental.

Estima-se que 53% dos clientes que fazem perguntas no Twitter esperam uma resposta dentro de uma hora a partir do momento que twitam, independentemente do horário em que esse tweet foi feito. Esse percentual sobe para 73% caso o tweet seja uma queixa.

Você pode perder muitos clientes leais que se interessaram em falar com você simplesmente porque demorou muito tempo para respondê-los. Assim, planeje sua estratégia sabendo onde, quando e o que seus clientes estão questionando ou reivindicando.

Você está aproveitando suas redes sociais ao máximo?

Você tem total controle sobre suas redes sociais certo? Isso quer dizer que você pode a qualquer momento compartilhar com seu público um conteúdo ou notícia interessante, distribuindo nos seus diversos perfis. Lembre-se de que você está falando diretamente com sua audiência e com seu público-alvo e, por estes serem canais tão poderosos, é fundamental que sua comunicação seja baseada em uma estratégia.

Envolva-se com o seu público, solicite feedbacks, mostre apreço, reconheça a contribuição que eles estão oferecendo. Estes atos podem parecer pequenos,mas são muito significativos para garantir que seus clientes se sintam ouvidos e percebam que você realmente se preocupa com eles.

Algumas ações devem ser feitas offline

Às vezes você pode precisar dedicar energia extra para manter e desenvolver o relacionamento que tem com seus clientes. Assim como qualquer pessoa que passa por uma loja/site pode ser um potencial cliente, todos que visitam seus canais de mídias sociais também podem se tornar um consumidor.Além disso, se você perceber que há questões que seriam melhor discutidas pessoalmente ou por telefone, faça-o. Atenda seus clientes como eles precisam.

80% das empresas pensam que oferecem atendimento de alta qualidade aos seus clientes. No entanto, apenas 8% dos clientes concordam com essas empresas. Este número mostra uma grande oportunidade a você: oferecendo um excelente atendimento através da mídias sociais você pode se diferenciar de seus competidores e criar uma rede de contatos cheia de clientes satisfeitos.

Se você não tem certeza de como avançar de “bom” para “excelente” nas redes sociais, saiba que, felizmente, já existem muitas empresas que estão fazendo um excelente trabalho e podem servir de inspiração e referência de atendimento nas mídias sociais. E, claro, deixe seu e-mail para receber mais dicas de social media. Você também pode entrar em contato com especialistas da Contentools que irão guiá-lo na construção de uma estratégia de mídias sociais perfeita para que você mantenha seus clientes satisfeitos com conteúdos relevantes.

Pra que serve uma plataforma de marketing de conteúdo?

Talvez você tenha notado um aumento expressivo no número de fornecedores de tecnologia e soluções voltadas às necessidades de marketing de conteúdo. Esse novo movimento tem contribuído para a criação de plataformas de conteúdo, de automação de marketing e de vendas. E os números comprovam: 68% dos gestores de marketing de conteúdo estão aumentando o investimento em tecnologia. Neste artigo, falaremos apenas da plataforma de marketing de conteúdo e de suas funcionalidades.

O que é uma plataforma de marketing de conteúdo?

Uma plataforma centraliza diversas funcionalidades para atender às necessidades de uma equipe de marketing digital. No caso do marketing de conteúdo, o software possui diversas ferramentas voltadas à gestão, criação e até distribuição de conteúdos por meio de múltiplos canais. Algumas dessas plataformas permitem também a mensuração do impacto do conteúdo e dos resultados. Assim, é possível entender o que funciona ou não e modificar a estratégia de conteúdo. Isso significa que uma plataforma deste tipo ajuda na condução de sensibilização de leads e no aumento da receita vinda do marketing digital.

Para que serve?

Uma plataforma de marketing de conteúdo tem diversas funcionalidades, mas todas elas visam um objetivo comum: gerar resultados cada vez melhores e otimizar o processo de trabalho. Abaixo, separamos algumas das principais funcionalidades deste tipo de ferramenta:

Organização da estratégia

Você pode centralizar e estruturar as informações sobre sua estratégia: personas, objetivos, referências, jornada de compra, entre outras informações em um único local em que todo o time possa acessar facilmente independente do local em que estejam.

Alinhamento e unificação da equipe

Uma equipe de marketing digital não é composta apenas por redatores, mas também por designers, analista de SEO, editor, analista de mídias sociais e por aí vai. Quando há tanta gente envolvida em um projeto, as falhas de comunicação podem gerar retrabalho e prejudicar a produtividade do time. Por isso, a plataforma deve oferecer fácil integração entre todos os membros do projeto, controle de prazos para cada responsável, e histórico de mensagens trocadas.

Criação de conteúdo

O conteúdo pode ser escrito e editado na própria plataforma. Assim, o gestor pode acompanhar o processo de criação, revisão, edição e aprovação em tempo real e centralizar os conteúdos.

Controle e agendamento de publicações

Com o calendário editorial você pode verificar status de produção, tipo de conteúdo, prazos e responsáveis. Além disso, há plataformas integradas com o WordPress e redes sociais, facilitando bastante o processo de publicação. Você pode deixar as publicações planejadas pelo tempo que desejar mantendo a frequência sem precisar de acompanhamento diário.

Gestão do fluxo de produção

Caso sua empresa já tenha um processo de produção de conteúdo definido, você pode organizá-los na plataforma, identificando quem participa de cada etapa da produção, os prazos que cada etapa permite a fim de entender e controlar a participação de cada agente do seu time.

Autopublicação

Já tem uma agenda de produção bem organizada? Sem tempo para agendar social posts manualmente? Automatize! Algumas soluções conseguem publicar automaticamente em canais como WordPress, Twitter, Facebook, Google Plus, Linkedin entre outras.

Gestão de ideias e pautas

Quando a produção é pequena e ainda está no início, trocar ideias e sugerir pautas em planilhas e e-mails pode até parecer eficiente. Mas quando a produção aumenta e o número de e-mails passa de três, provavelmente alguém do seu time vai se perder em meio a tantas informações. Para evitar isso, centralize suas ideias e pautas de produção em um único local.

Papéis e permissões

Escolha quais funções da plataforma cada profissional irá executar e até qual etapa cada usuário poderá atuar, criando fluxos de trabalho exclusivos para cada tipo de conteúdo.

Análise

Entenda como sua produção de conteúdo está fluindo e tenha respostas para questões como: os conteúdos estão em dia? Os responsáveis estão cumprindo suas atividades em tempo adequado? Há gargalos na produção? Há conteúdos que precisam da sua atenção?

Em resumo, uma plataforma de marketing de conteúdo deve estar orientada para quatro processos principais: estratégia, produção, distribuição (publicação e promoção) e análises.

Fonte: Contentools

Marketing Digital – 16 técnicas para implementar

Marketing Digital

Quando se fala em marketing digital é natural que os gestores de empresas imaginem que apenas estratégias muito complexas é que trarão resultados em médio prazo. É verdade que os benefícios principais demoram um pouco a aparecer. No entanto, existem vários ajustes que podem ser feitos com facilidade – e pouco investimento em tempo e recursos – que trazem grandes melhorias.

Esse post reúne várias ações simples que podem trazer vantagens como: melhorar a indexação das páginas e impulsionar o tráfego para seu site, além de incrementar taxas de conversão e de abertura de email.

Para facilitar a implantação de suas ações, utilize esse post como um guia e aproveite os links relacionados com cada tópico para se aprofundar um pouco mais nas estratégias.

Veja abaixo o que é possível fazer sem grandes esforços, mas que trarão resultados relevantes:

No blog ou site

Evite exibir posts inteiros na página inicial
Entre os motivos para não exibir posts completos na sua home estão: garantir maior agilidade ao carregamento da página (e preservar a paciência do visitante), medir com maior precisão quantas visualizações cada conteúdo está recebendo e evitar conteúdo duplicado – que pode confundir as ferramentas de busca. Para resolver isso é só incluir o parâmetro “more” em seus posts. No WordPress, ela aparece assim na opção Visual:

Baseie-se nas palavras-chave mais buscadas na hora de escrever títulos
Como o Page Title (a frase que aparece no navegador) é muito valorizado pelo Google, é importante que ele aborde os termos que sua empresa esteja mirando para ficar bem posicionada nas buscas. Confira dicas para escolher as palavras-chave mais adequadas aqui.

Inclua call-to-actions em todo lugar
Impulsione as conversões incluindo call-to-actions em todo e qualquer lugar que você conseguir: páginas do site, em cada post publicado e até mesmo nos materiais que sua empresa disponibiliza para download. Nesse post ensinamos como criar seus botões de CTA utilizando o power point.

Use imagens atraentes em posts e materiais
Procure por boas imagens relacionadas ao tema para incluir em seus posts e nos materiais para download. Elas vão torná-los mais atrativos e garantem maior destaque nas mídias sociais ao compartilhar a URL. Veja outros benefícios de utilizar imagens e que cuidados tomar.

Use o atributo Alt nas imagens
Esta é uma dica super fácil de ser implementada, mas que ajuda o Google a entender melhor seu conteúdo: ao incluir as imagens nos posts, preencha o atributo Alt, informando do que ela trata. Esse indicativo também funciona como uma legenda quando a imagem não é exibida. Os buscadores leem esse atributo como parte do conteúdo, o que auxilia no posicionamento de sua página – se a descrição da imagem estiver relacionada com ele, claro. Confira na imagem abaixo:atributo alt

Divulgue seus links na assinatura de email e materiais
Facilite o acesso do usuário ao seu conteúdo. Para que ele continue acompanhando sua empresa com facilidade, você pode incluir links tanto para seu blog como para seus perfis nas redes sociais, na assinatura do email e em materiais que sua empresa disponibiliza para download.

Insira botões de compartilhamento para redes sociais
Se sua empresa utiliza o WordPress, pode facilmente incluir um widget de compartilhamento em redes sociais, como este que temos aqui ao lado esquerdo da página. Basta procurar pelo aplicativo Digg Digg na aba Plugins e instalá-lo em seu blog. Veja como incluir botões “Tweetar”, do Twitter, e “Recomendar”, do Facebook, em PDFs e emails.

Cuide com conteúdo duplicado
Confira se o site da sua empresa tem conteúdo duplicado nos endereços com www e sem www. Caso os dois endereços estejam coexistindo sem redirecionamento, podem estar diluindo sua autoridade. Para resolver o problema, eles devem ser unificados através do Redirect 301.

Nas redes sociais

Aproveite melhor o conteúdo publicado
Se sua empresa já possui vários posts e materiais publicados, é bastante positivo aproveitar esse conteúdo, publicando chamadas para eles nas redes sociais. É uma boa oportunidade de os visitantes mais novos conhecerem os materiais mais antigos e de gerar mais tráfego para seu site. Vale até criar uma planilha com a lista dos conteúdos para gerenciar a publicação.

Inclua links para Landing Pages em posts nas redes sociais
Aproveite a capacidade de disseminação de conteúdo das redes sociais também para divulgar call-to-actions com link direto para suas Landing Pages. Essa simples ação pode impulsionar o número de Leads captados.

Invista no “Impulsionar” do Facebook para divulgar suas ofertas
Como o Facebook limita a visualização de seus posts para apenas aproximadamente 10% dos seus contatos, investir na ferramenta “Impulsionar” para alcançar mais pessoas vai garantir resultados melhores para divulgar um eBook, por exemplo, e captar mais Leads.

No Email Marketing
Use template HTML em seus emails em vez de uma imagem única Um grande erro de várias empresas é utilizar uma única grande imagem no corpo do email para divulgar uma promoção. Um grande motivo para você desistir dessa ideia é que a grande maioria dos serviços mais populares de email tem um bloqueio por padrão de segurança. Ou seja, o usuário só vai visualizar se habilitar a visualização no momento de abertura do email e certamente muitos vão ignorar sua mensagem antes de fazer isso.

Segmente seus e-mails
Hoje em dia, nada é mais importante em email marketing do que entregar ao destinatário o conteúdo que seja de seu interesse. Investindo na segmentação de seus contatos, você consegue enviar a eles emails relacionados a tópicos que eles já tenham demonstrado interesse ao baixar seus materiais. Nossa ferramenta RD Station oferece a função de segmentação de Leads.

Envie ofertas em um email exclusivo
Sempre que publicar um novo material para download (eBook, webinar, whitepaper, etc), envie para sua base um email exclusivamente com o convite para acessar o conteúdo. Esse post explica como enviar um bom email promocional. Essa prática gera muito mais resultados do que só enviar, por exemplo, em uma newsletter, recheada de outros materiais.

Fonte: Resultados Digitais

O Potencial do Inbound Marketing na Venda Social

A forma como as pessoas encontram e acessam informações mudou muito ao longo dos anos. Uma das consequências disso são as mudanças nas maneiras de fazer marketing e vendas. Hoje se fala muito sobre o conceito de venda social.

“Venda Social é sobre usar as redes sociais para ajudar a construir relacionamentos com seu público-alvo a fim de apoiar as atividades de vendas”

Esta é sem dúvidas a mais nova habilidade em vendas. Um representante de vendas que ignorar as redes sociais como ferramenta de apoio, principalmente no segmento B2B, perde a vantagem de ultrapassar 23% de suas metas usando Venda Social. Representantes de vendas precisam destas habilidades para usar as mesmas ferramentas que seus prospects.

Além de estabelecer a sua marca pessoal e encontrar prospects, o objetivo – e o desafio – da venda social é criar relacionamentos e engajar através de insights. Mas como educar um possível cliente nas redes sociais? Através de conteúdo relevante. É neste momento que o marketing e as vendas devem se alinhar:

Venda Social e Inbound Marketing

A ideia de Venda Social se encaixa muito bem no método de Inbound Marketing. O Inbound busca se tornar uma fonte confiável de informação: você não quer explodir anúncios na tela de seus clientes apenas para chamar atenção. Ao invés disto, você fornece informação de qualidade, responde perguntas, fornece insights e naturalmente educa seus clientes sobre seu segmento.

Enquanto a maioria das atividades envolve compartilhar e fornecer dicas, há também em alguns casos a necessidade de criar artigos e e-books mais aprofundados. Neste tipo de conteúdo, é possível demonstrar um profundo conhecimento e domínio do assunto, além de entendimento dos desafios do cliente.

Contudo, os representantes de vendas, apesar de estarem muito mais próximos dos clientes não têm necessariamente as habilidades para gerar este tipo de conteúdo, então eles acabam compartilhando links e artigos que acreditam ser interessantes. É por isso que as equipe de marketing e de vendas precisam trabalhar juntas: para assegurar que o conteúdo produzido seja adequado para o público-alvo, supra suas necessidades e alcance suas expectativas

Objetivos em comum

Não seria ótimo se uma grande parte dos leads convertesse em vendas? Venda Social e Inbound são perfeitos juntos e possuem o mesmo objetivo: atrair e nutrir leads até o momento da conversão.

Ao aplicar este conceito em conjunto com marketing de conteúdo, o funil de vendas estará sempre preenchido com pessoas que já estão conectadas a você, que já sabem o que você faz e como. Além disso, ao construir sua reputação, quando houver uma necessidade, a sua solução será a primeira a ser lembrada. Este é o potencial do marketing de conteúdo na venda social.

Fonte: Contentools

Uma solução para enfrentar a crise no Brasil

Você já parou para pensar como algumas empresas conseguem crescer mesmo nos piores momentos de uma crise econômica?

De acordo com o Relatório Focus, divulgado pelo Banco Central do Brasil (BCB) em 16 de outubro de 2015, a perspectiva de crescimento da economia brasileira para o ano é de -3%. É o pior ano para o PIB do Brasil desde 1990, quando registrou uma contração de 4,20%.

Aspectos deste mau desempenho, também, não param de ser noticiados nos principais meios de comunicação:

– O Brasil perdeu o selo de “bom pagador” ao ter seu grau de investimento rebaixado pela agência de risco Standard and Poor’s;
– A perda do grau de investimento aliado à instabilidade política impulsionou a alta do dólar, elevando a cotação à marca histórica de R$ 4,24;
-Empresas que possuem dívidas em dólar viram ela aumentar em quase 50%, somente neste ano, reduzindo o fluxo de caixa para investimentos;
– Nossa “querida” inflação, representada pelo Índice de Preços ao Consumido Amplo (IPCA), tem seu valor projetado pelo Relatório Focus em 9,75% para o fim de 2015, a maior inflação da última década;
– Os últimos dados do IBGE mostram que a taxa de desemprego cresceu em 1,5% no último trimestre, ou seja, o saldo entre a geração de empregos e as demissões deixou mais 400 mil pessoas desempregadas somente entre abril e junho de 2015;
– O investidor estrangeiro, que vê a cotação do Ibovespa em dólar, viu no mês de agosto o índice ficar abaixo do pior momento da crise de 2008; quase uma pechincha.

Nesse redemoinho de más notícias e pessimismo, é comum se perguntar: afinal de contas, o que eu posso (e devo) fazer para que essa crise não chegue às portas da minha empresa?

Ninguém gosta de perder dinheiro ou ter que fazer escolhas que minimizam as perdas. A questão é que a oportunidade que traz ganhos concretos terá sempre preferência na escolha, e comumente é a “menina dos olhos” de todo o empreendedor.

Apresente uma proposta que gere um fluxo de caixa positivo, que possua indicadores claros de desempenho, que maximize tanto o Return on Investiment (ROI) quanto o Return on Equity (ROE), e veja como o projeto ganha a atenção de quem realmente importa dentro da empresa.

Este tipo de projeto sempre vai se destacar frente àqueles com“missing points”.

Cortar gastos ou investir? Eis a questão!

Nos tempos de crise, é comum que o corte de gastos seja a primeira coisa que venha à cabeça.

“Vamos cortar alguns funcionários”, diz ele.
“Vamos diminuir a verba do marketing”, diz ele.
“Vamos comprar do fornecedor mais barato”, diz ele.

Quase que por um reflexo natural, vemos na redução dos gastos a melhor saída para estes casos.

No entanto, apesar de parecer bastante óbvio, o que muitas vezes passa despercebido é que a redução dos gastos é apenas uma solução paliativa ao baixo fluxo de aquisição de novos clientes ou à redução no ticket médio dos clientes atuais. Afinal, se não houvesse o auferimento (ou a projeção) menor de receita, provavelmente não haveria sentido em reduzir os gastos essenciais da empresa, não é?

Vide o setor industrial, por exemplo.

Somente em 2015 o setor recuou em 6,9% e é o que registra as maiores perdas, segundo o IBGE. Sabendo deste pessimismo que ronda a economia e que é um modelo de negócio que demanda investimentos “pesados” para qualquer tipo de mudança, nada mais natural do que reduzir os gastos um pouco aqui e outro pouco ali, certo?

Aparentemente, não!

Segundo a sondagem da FGV/IBRE sobre o rumo dos investimentos no setor industrial, feita em setembro de 2015, cerca de 67% das indústrias irão manter ou aumentar o nível de investimento para os próximos 12 meses. É um sinal claro de que, mesmo numa crise, há projetos com boas perspectivas de retorno, que valem o esforço da empresa em manter o seu desenvolvimento e, inclusive, em investir mais, dando escalabilidade ao negócio.

Um corte de gastos mal estruturado pode refletir num falso ganho marginal ao passo que os impactos desse desinvestimento afetem direta ou indiretamente a geração de receita.

A empresa que arrisca perder os recursos que a impulsionam e que a diferenciam no seu setor perde em market share para a concorrência, entregando seus bons clientes “de bandeja”. Sabendo que esta já não é a melhor época para perder receita, vale lembrar que conquistar um novo cliente custa de 6 a 7 vezes o valor de reter um atual.

O melhor caminho continua sendo garantir que a sua empresa esteja com uma estrutura financeira e operacional focada nas melhores oportunidades de negócios, e que os gastos sejam feitos com base no melhor retorno possível. Este é o sonho de qualquer empreendedor e também dos gestores, analistas e funcionários, pois é o que irá garantir a boa saúde da empresa e os salários de cada um.

Onde entra o Marketing Digital nessa história?

Primeiro, vamos recapitular alguns fatos deste post:

Fato 1: Sabemos que o país e que muitas empresas estão em recessão;
Fato 2: Vimos que um corte de gastos mal estruturado, inclusive no marketing, pode ruir uma empresa;
Fato 3: Decision makers almejam projetos que provem por A+B o ROI positivo e que vão maximizar o ROE.
Apenas mostrar que a situação está ruim, onde estão os erros e a necessidade de bons projetos é uma coisa fácil. Mas onde é que estão estes projetos com ROI positivo e que maximizam o ROE da organização?

Se prestarmos a atenção, não importa o ramo da empresa, nem seu tamanho ou tempo de mercado. Uma coisa é certa: sempre vai haver um orçamento voltado para gastos em marketing com foco no aumento das receitas da organização, e quanto mais positivo for o fluxo de caixa atribuído às ações do marketing, mais bem sucedido é o projeto. Simples assim.

As empresas devem reconhecer que um bom setor de marketing é o principal responsável por manter funcionando o “motor das vendas” e que, por muitas vezes, se dedica a turbiná-lo. Sempre que bem estruturado e alinhado às novas tendências, isto estará longe de ser uma coisa ruim.

Gastos em ads

Apesar de ser uma análise divulgada em 2014 pela TechCrunch, através de dados fornecidos pela ZenithOptimedia, viu-se que desde 2013 os gastos com publicidade na internet ultrapassaram os gastos com publicidade no jornal impresso, pela primeira vez. Além disso, a projeção de crescimento era para que em 2016 estes mesmos gastos com mídia online (desktop e mobile) ultrapassassem em 0,2% todos os gastos com mídia impressa (jornais, revistas, outdoor, etc), perdendo apenas para os anúncios em televisão.

Somente para 2015, a previsão feita pelo site eMarketer era de que os gastos com mídia online no Brasil ultrapassariam a marca de R$ 7 bilhões, um crescimento de 10% frente à 2014, mesmo em meio à recessão econômica.

Estes dados e tendências de migração da mídia impressa e offline para a mídia online estão fundamentados tanto na importância da jornada de compra dos clientes quanto na qualidade dos indicadores de desempenho para os projetos de Marketing Digital. Segue abaixo uma tabela comparando os benefícios do Marketing Digital com aqueles da mídia offline:

Marketing digital

Quando ambos são comparados lado a lado, fica fácil perceber que o uso consistente do Marketing Digital facilita a utilização de estratégias baseadas em low hanging fruits, trazendo bons resultados para a empresa a partir de poucos esforços.

Fonte: Resultados Digitais

Marketing de Conteúdo gera resultados

Ao longo dos últimos anos o marketing de conteúdo deixou de ser apenas uma novidade para se tornar uma maneira real e efetiva de se comunicar e gerar oportunidades de clientes.

Os clientes buscam produtos e serviços que atendam suas necessidades e resolvam seus problemas. Essa busca, em geral, começa pelo Google ou outros mecanismos de busca, onde o usuário procura informações que o ajudem com determinada necessidade. De acordo com o ZMOT (Zero Moment of Truth) – teoria do Google que inclui esse momento de busca no ciclo de compra do consumidor – é nessa hora que o usuário busca informações que possam ajudá-lo a escolher entre este ou aquele produto ou serviço.

Empresas espertas e ágeis investem em marketing de conteúdo pois ele é um fator essencial para ajudar a posicionar melhor o seu negócio exatamente no momento em que o usuário está realizando a busca, ou seja, é essencial para melhorar o ranqueamento da sua empresa nos resultados elencados pelos buscadores.

Isto ainda pode parecer muito novo para você e, por isso, separamos algumas estatísticas para mostrar porque o marketing de conteúdo deve ser considerado cada vez mais uma realidade no seu negócio.

Investimento

– Em 2013 Marketing de Conteúdo se tornou a prioridade número um para profissionais de marketing em B2B e B2C, com 39% deles planejando investir pesado nessa área (Econsultancy/Adobe, Jan 2013);
– Os mais efetivos departamentos de marketing B2B investiram cerca de 39% dos seus orçamentos em conteúdo (CMI, 2014);
– Profissionais de marketing, em média, investem mais de 25% dos seus orçamentos em conteúdo e iniciativas relacionadas (Content Marketing Institute/Marketing Profs, 2012);

Custo x Conversão

– Marketing de conteúdo tem um custo 62% menor do que as iniciativas tradicionais de marketing, e gera em média três vezes mais leads. (Demand Metric);
– Se analisarmos cada dólar investido, marketing de conteúdo gera três vezes mais leads que anúncios na busca paga (Kapost/Eloqua, Jun 2012);
– Blogs convertem leitores em compradores: 42% deles acessam blogs buscando informação sobre possíveis compras; 52% disseram que os blogs impactaram sua decisão de compra; e 57% dos profissionais conquistaram novos clientes com seu blog (LeadersWest Digital Marketing Journal);

Proximidade e relacionamento

– 80% dos tomadores de decisão nas áreas de negócios dizem que preferem conseguir informações sobre uma empresa em uma série de artigos/reportagens do que em anúncios (Content Marketing Institute, 2012);
– 70% dos consumidores dizem que o marketing de conteúdo faz com que eles se sintam mais próximos da empresa que gera o conteúdo (Content Marketing Institute, Nov 2012);
– 63% dos leitores tendem a ser mais influenciados por blogs do que por revistas, quanto a decisão de uma compra;

Estratégia e branding

– Presença online é obrigatória para a maioria dos negócios, já que 93% das pesquisas começam em uma ferramenta de busca, e 68% dos consumidores conferem as páginas das empresas nas redes sociais antes de comprarem (Brandpoint);
– 93% das empresas B2B acreditam no marketing de conteúdo para construção de marca e para geração de demanda (Content Marketing Institute);
– 66% dos mais efetivos profissionais de marketing de conteúdo tem uma estratégia de conteúdo documentada (Webdamsolutions);
– 86% das empresas tem uma pessoa dedicada totalmente a isso ou um time, que são responsáveis por gerenciar a estratégia (Webdamsolutions).

Fonte: Contentools

O que é Inbound Marketing e como usá-lo a seu favor?

O Inbound Marketing é uma forma de marketing que se encaixa perfeitamente nos desejos e necessidades do cliente. Encontrar uma definição para esse termo é bem difícil, pois o conceito é amplo e característico. Basicamente, podemos afirmar que é uma maneira de ganhar o interesse de um público específico através de uma ideia de desenvolvimento e compartilhamento de conteúdo, visando estabelecer uma conexão com as pessoas de forma direta criando um relacionamento duradouro.

O Inbound Marketing atrai o público, ao invés de interrompê-lo. Você já acessou o YouTube? Então certamente já se deparou com o marketing forçado, quando foi obrigado a ver uma propaganda de alguma marca antes de visualizar o vídeo. O “novo marketing” se inclina para a melhoria de seu negócio, e não simplesmente para a captação direta de clientes, como por exemplo, disponibilizar ao leitor um assunto de seu interesse e no fim do material adicionar um botão de contato. Caso tenha interesse em conhecer mais sobre a sua empresa, ele contata sua empresa de forma espontânea. Assim, os clientes acabam sendo atraídos pelo que a marca desenvolve e divulga. Acompanhe a seguir.

A história por trás do “novo marketing”

O termo Inbound Marketing foi usado primeiramente por Brian Halligan, co-fundador da empresa Hubspot. Seus princípios se desenvolveram há décadas e tem sua fundação baseada no conceito de Seth Godin, o Marketing de Permissão, o qual publicou o livro “Permission Marketing” em 1999, contendo os princípios utilizados no Inbound Marketing. Antes, o consumidor que não tinha acesso à internet não podia controlar as informações que recebia, um tipo de publicidade que interrompe o processo de comunicação.

Hoje, o usuário pode ter total controle sobre o que pretende ler ou assistir, entre milhões de sites na internet e fanpages de redes sociais. Quando ele recebe algo de forma agressiva, se dispõe a afrentá-lo, até mesmo as grandes marcas. Se o consumidor agora tem o poder de descartar sua campanha, nada melhor do que conquistá-lo oferecendo algo que ele queira receber. Portanto, o Inbound funciona como um “imã”, que atrai o seu cliente através do conteúdo de qualidade.

Formas de atrair um público específico

Ao contrário do “velho marketing”, que utiliza qualquer tática para “empurrar” produtos ou serviços para o cliente, o “novo marketing” adota táticas para ganhar o interesse das pessoas. O foco principal é produzir e compartilhar conteúdo atraente utilizando formatos como:

-Publicação de posts cativantes em blogs;
-Ebooks e Whitepapers;
-Divulgação de infográficos;
-Webinars, Poscasts e fóruns online;
-Vídeos online;
-Guest Posting e questionários;
-E-mail marketing;
-Conteúdo em mídias sociais;
-SEO;

Os benefícios para a sua empresa

Leads qualificados

Criando conteúdo útil para o público certo, a sua empresa consegue criar uma aproximação maior com o leitor. Ele estará consumindo, com frequência, conteúdos interessantes e se educa mais sobre o assunto. Assim, você não só vira autoridade no assunto por fornecer as informações, mas também educa o cliente para que ele se torne um lead qualificado para a equipe comercial.

Mensuração

No Outbound Marketing, o retorno é uma incerteza. Imagine um outdoor: quantas pessoas que viram aquela peça entraram em contato com a empresa? Com esse marketing, é possível mensurar o quanto aumentaram as vendas no período da campanha, mas não é mensurável a porcentagem de pessoas que foram convertidas em clientes. Já no Inbound Marketing, os resultados são mais palpáveis. Com o auxílio de ferramentas torna-se fácil analisar o número de visitantes do site, leads, acessos nos blog posts, número de cliques nas landing pages, conversões e diversas outras métricas.

Custo

Ele custa 62% mais barato que o Outbound e produz uma média de ROI (Retorno sobre o Investimento) de 275%. Diante da economia atual, a nova estratégia é imprescindível para as empresas, segundo 92% dos profissionais de marketing americanos.

Fonte: Contentools

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