Posts By : Vanesca Lima

Como aumentar as vendas no e-commerce com conteúdo gerado pelo usuário

O conteúdo é o elo entre as empresa e os cliente. E essa é uma verdade que também serve para o e-commerce. Um material rico e gratuito não apenas atrai a atenção do seu consumidor, ele também oferece uma experiência única aos usuários, agrega valor à marca e desperta a confiança do cliente.

Tratando-se de e-commerce, uma das formas mais fáceis de se obter o material ideal para o seu público é estimulá-lo a produzir conteúdo. Afinal, não existe ninguém melhor para ditar o tom da conversa do que os seus próprios consumidores. O conteúdo gerado pelo usuário (CGU) é, de muitas maneiras, o futuro do marketing de conteúdo voltado especificamente para o e-commerce. Parece um pouco confuso? Bom, vamos explicar melhor.

Como o conteúdo produzido pelo usuário pode gerar vendas no e-commerce?

Uma estratégia de marketing comum, por mais planejada e bem construída que seja, foca essencialmente na venda do produto ou do serviço. E isso não cola mais hoje em dia. É por isso que o conteúdo gerado pelo usuário funciona como um grande diferencial. Ele consiste, principalmente, no relato da experiência que os consumidores tiveram com a sua marca. Esse tipo de informação inspira infinitamente mais confiança.

Pesquisas, como a da iPerceptions, mostram que 63% dos compradores sentiram-se mais à vontade para comprar de uma loja online que trazia reviews de outros compradores. E isso comprova o que todos já sabemos: qualquer um sente-se mais seguro quando ouve opiniões positivas de outras pessoas que fizeram a compra, algo que a própria empresa não tem como manipular ou controlar. Essa tática agrega confiabilidade à sua marca, indicando que ela realmente acredita no seu produto e não tem receio nenhum em mostrar a opinião dos seus compradores. A opinião de um usuário é tão influente como a de um amigo. Na verdade, em termos de e-commerce, é até melhor, porque proporciona uma alta taxa de conversão.

Como o conteúdo gerado pelo usuário aumenta a conversão?

A ansiedade na hora da compra é um dos principais motivos de desistência. Esse sentimento é todo criado ao redor do medo de que o produto não seja realmente aquilo que se espera ou pelo medo de que o investimento não valha a pena. Os compradores realmente se arriscam na hora de realizar uma compra online e a insegurança é compreensível.

Por isso, o conteúdo gerado pelo usuário deve ser utilizado de forma inteligente, com o objetivo claro de fazer os cientes em potencial sentirem-se confiantes e converterem-se de fato em clientes. Segundo a Reevo, exibir as avaliações dos consumidores pode aumentar em até 18% as vendas de uma loja online.

Então, curioso para começar? Separamos abaixo algumas medidas consideradas simples e que podem ser um ótimo ponto de partida. Confira:

Exiba avaliações nas páginas dos produtos

As avaliações são a forma mais simples de Conteúdo Gerado pelo Usuário, pois são fáceis de serem obtidas e exibidas. Você pode colocar um sistema de notas e expor os comentários abaixo do produto – de forma visível e organizada.

Destaque as perguntas e respostas mais frequentes

Utilizar as respostas das perguntas mais frequentes (FAQ) realizadas pelos seus compradores é outra forma inteligente de incluir o CGU no seu e-commerce. Assim, os novos compradores podem consultar esse pequeno guia todas às vezes que estiverem em busca de respostas para questões comuns, como “essa roupa veste bem?” ou ainda “o recebimento foi dentro do prazo?”.

Agregue imagens dos seus produtos sendo utilizados na prática

Uma das coisas que mais chama a atenção dos clientes é o funcionamento do produto na prática. Por isso, uma ideia muito legal é acrescentar as fotos dos seus produtos sendo utilizados pelos seus clientes. Essa é uma maneira incrível de reproduzir para os potenciais compradores exemplos reais do seu produto em uso de forma transparente. Será o fim das inseguranças com as compras online – ou de grande parte delas.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o tema, confira 7 coisas que você precisa saber sobre SEO.

10 motivos para utilizar automação de marketing de conteúdo

1. Escalar o processo de marketing de conteúdo

Com o uso de uma plataforma de conteúdo, novos processos surgem e facilitam a distribuição de tarefas entre redatores. Depois disso, os analistas de marketing podem escalar também o uso e distribuição desse conteúdo, de acordo com a estratégia traçada.

2. Manter frequência e constância de publicações

A automatização de processos, como a produção de conteúdos, aumenta a confiabilidade das produções saírem no deadline. Datas de entrega e publicação por exemplo, podem ser determinadas no sistema e monitoradas facilmente. Para uma estratégia de marketing de conteúdo é fundamental manter a frequência de publicação e interação com os usuários.

3. Garantir a promoção do conteúdo

Após produzido, o conteúdo deve ser entregue. Com ferramentas específicas, a empresa pode criar e enviar emails para a base de leads de maneira mais assertiva. Programar publicações nas mídias sociais, garantindo constância e variedade, também é possível com a automação. Além disso, a empresa poderá analisar o engajamento gerado e contabilizar o sucesso de uma publicação ou de uma campanha inteira.

4. Manter um padrão de qualidade

Padronizar processos e conteúdo deve estar na estratégia de toda organização. Postagem, escolha ou criação de imagens, formatação, entre outras variações podem ser setadas no sistema. Sincronizar plataformas para diminuir o tempo perdido na operacionalização de cada uma, separadamente, também contribui ativamente para aumentar a qualidade da produção. Dessa forma, os profissionais podem se dedicar a atividades mais estratégicas, como análise de resultados e sugestão de pautas mais criativas e alinhadas com o público-alvo.

5. Precisão da estratégia baseada no funil de vendas

Na automação do marketing de conteúdo existe a possibilidade de programar as etapas de interação com a base de leads de forma personalizada e inteligente. Outro ponto positivo são todas as etapas do funil pelas quais um lead precisa passar até ser entregue para o time de vendas. Esse caminho que lead percorre torna o processo mais certeiro e eficaz, já que o contato só será realizado para os vendedores no momento em que o prospect estiver pronto para comprar e no final do funil.

Ferramentas também permitem segmentar e priorizar certos púbicos de acordo com o estágio dentro do funil de vendas. O grupo X, por exemplo, será alimentado com uma sequência de atividades e conteúdos personalizados periodicamente, até que avance nos estágios do funil de vendas. Lembre-se que marketing de conteúdo é também marketing de precisão e resultados. Entregar o conteúdo na hora certa e para a persona adequada são requisitos para o sucesso da estratégia.

6. Manter uma equipe enxuta

Como grande parte do trabalho de educação e preparação do lead que o pessoal do marketing deveria fazer antes de entregar para vendas é feita de forma automaticamente, a necessidade de uma equipe grande de marketing diminui. Antes focada em fazer o relacionamento inteiramente manual, a equipe pode aplicar seus esforços na criação dos “caminhos” que os leads terão de percorrer. Depois de planejados e criados os caminhos, a nutrição é feita automaticamente, dispensando retrabalho e estratégias que recomecem do zero.

7. Gerenciar diversos canais ou contas

Em casos de agências, é preciso gerenciar múltiplas contas. Fazer isso manualmente pode gerar erros diários, que prejudicam a estratégia e a imagem do cliente. Imagina postar algo de um cliente na conta de outro? Isso pode acontecer, mas é facilmente evitado quando há uma plataforma adequada para gerenciar canais e contas distintos.

Em vez de manual, a postagem no blog, por exemplo, pode ser agendada e realizada automaticamente. A sincronização com redes sociais também ajuda a otimizar o trabalho. A equipe de marketing pode configurar a alimentação automática das redes em um espaço de tempo pré-definido de acordo com um cronograma acordado com o cliente. No caso de uma empresa que não tenha uma equipe grande de marketing, a automação do gerenciamento dos canais também é fundamental, já que o aumento da produtividade é um dos objetivos principais para a rentabilidade da operação.

8. Estratégia documentada e centralizada

Manter toda a estratégia documentada e protegida é essencial para a efetividade das ações futuras. É lá que o profissional vai consultar toda vez que precisar alterar algum item do planejamento ou mesmo rever a estratégia completamente. De nada adianta perder semanas criando uma bela estratégia se ela não for seguida.

9. Monitoramento mais assertivo

As informações entregues pelos usuários nas landing pages são estratégicas para o marketind de conteúdo. Com elas, você pode ter insights para a criação de novos materiais e também para a distribuição do conteúdo. Além disso, é possível monitorar diariamente a interação dos usuários com seu blog, quantos e quem está baixando seus e-books, quais e-mails foram melhor aceitos e abertos, como estão as visitas às suas páginas, entre outros dados. Com ferramentas de automação é fácil e rápido configurar e gerar relatórios que transformem esses dados em informações relevantes para a tomada de decisões mais assertivas. O gestor tem uma visão panorâmica e holística de toda a estratégia e pode, assim, modificá-la ou segui-la como foi planejada.

10. Aumentar vendas

Não estaríamos falando de todas as vantagens da automação do marketing de conteúdo se não falássemos do principal e mais almejado resultado: o aumento de vendas. Alguns dos motivos já citamos acima, mas além deles há a nutrição de leads que ainda não estão prontos, a identificação do estágio de compra e o aumento no ticket dos leds gerados por ações de marketing de conteúdo. Endereçando o conteúdo adequado para levar o lead ao próximo estágio, educando-o no assunto, ajudando-o a reconhecer o problema e investir em uma solução, garante leads mais preparados e qualificados. Quando o marketing garante o fornecimento de conteúdo adequado e prepara a venda, é esperado que os tickets sejam maiores ao chegar o momento de compra.

4 tendências quentes de marketing mobile para 2016

Olhe para o lado e você verá alguém olhando para a tela de um smartphone ou tablet. Os dispositivos móveis fazem parte do nosso dia a dia e isso já não é mais novidade. Desde o controle de e-mails, leitura das últimas notícias, auxílio do GPS ou acesso ao banco, eles vêm transformando nossos hábitos e facilitando nossas tarefas. Em 2015, o tráfego móvel superou o de usuários de desktop pela primeira vez na história. 2015 também foi o ano em que o Google lançou o “Mobilegeddon” – algoritmo para eliminar sites não otimizados para dispositivos móveis. Se você acha que o crescimento do tráfego móvel não se aplica ao Brasil, pense de novo: mesmo diante da crise, a venda de smartphones por aqui aumentou no ano passado. Não estamos fazendo uma retrospectiva 2015. Estamos apenas trazendo dados que indicam a tendência para o ano que se inicia: o crescimento do marketing mobile.

O marketing mobile, marketing praticado por meio de dispositivos móveis, tem como objetivo levar praticidade e agilidade ao consumidor e aproximá-lo de nossa empresa. Esqueça os dias de comunicação vertical (de cima para baixo), de anúncios intrusivos e campanhas de sensibilização mal alinhadas e acompanhe a seguir 4 tendências quentes de marketing mobile para 2016.

1. Vamos aprender mais sobre nossos clientes

Finalmente estamos em um ponto em que não somos mais engolidos pelo excesso de dados sem uso e podemos começar a usá-los para criar interações mais significativas. O grande número de dados – também conhecido pelo termo big data – servirá para entendermos melhor nossos clientes. Os dispositivos móveis serão as ferramentas que farão isso acontecer. Poucas coisas causam tanto impacto quanto um dispositivo que o cliente leva para todos os lugares. Descobrir como criar esse impacto é algo em que as empresas ainda estão trabalhando. Mas pode apostar que a resposta está nas mãos dos próprios clientes, literalmente.

2. Motores de busca irão exibir mais do que sites

O Google já exibe vídeos em resultados de pesquisa, mas recentemente está experimentando vídeos com anúncios também. Outros motores de busca, bem como outras plataformas como o Facebook e o Twitter, já aproveitam esses tipos de anúncios em forma de vídeos que rodam automaticamente. Assumindo que os usuários são receptivos à ideia, não se surpreenda ao ver aplicativos aparecendo nos resultados de busca orgânica. Também é muito provável que vejamos o Google totalmente otimizado, proporcionando uma busca móvel refinada e de acordo com as preferências do usuário.

3. Integração entre apps, e-commerce e mídias sociais

Plataformas sociais bem conhecidas estão dando os primeiros passos para se transformarem em centros comerciais. Podemos dizer que 2016 será o ano da inovação de aplicativos que já conhecemos. A integração entre aplicativos,
e-commerce e mídias sociais será cada vez maior e melhor.  Muitas plataformas sociais já estão amarrando as funcionalidades de e-commerce em suas redes. Desde o “Compre agora” do Instagram até os “Pins” compráveis do Pinterest: as plataformas estão procurando maneiras de acabar com as barreiras entre web, mídia social, aplicativo e e-commerce.

4. Aplicativos serão reflexos do nosso estilo de vida

Até agora os apps têm apenas uma funcionalidade. Você pode ter um app para o clima, outro para acompanhar o seu nível de condicionamento físico e alimentação diária e outro para lembrá-lo quando é hora de pegar as crianças na escola. Neste ano, os apps desenvolvidos se preocuparão mais em como se tornar parte integrante da vida do usuário, reunindo tudo em um só: o app dará a previsão do tempo para a sua corrida matinal, acompanhará o seu condicionamento físico durante a corrida e o lembrará de que está na hora de pegar as crianças. Os aplicativos escolhidos pelo usuário refletirão seu estilo e ritmo de vida.

A tendência é que em 2016 o processo de decisão de compra dos consumidores fique ainda mais complexo. Por isso, as equipes de marketing e vendas têm de se adaptar a essa nova realidade. Acompanhar as tendências é uma das maneiras de não ficar para trás. Seja criando uma versão móvel e responsiva de um site ou um app, as empresas terão a obrigação de proporcionar uma experiência positiva para os usuários que estão navegando através de um dispositivo móvel.

Se as empresas não seguirem esse caminho, o resultado provavelmente será a perda de clientes para concorrentes que se adaptaram às tendências. Você está preparado?

Confira também nosso artigo sobre como mensurar resultados de marketing de conteúdo.

Marketing de Conteúdo para negócios locais

Muitos negócios locais não conseguem se visualizar no meio do Inbound e do marketing de conteúdo. O motivo? Pensar que são metodologia incompatíveis com suas realidades e que os benefícios são mais claros para negócios de abrangência nacional.

No entanto, vários empreendimentos locais que começaram a investir tendo esse mindset tiveram resultados concretos, comprovando que o modelo funciona.

Por que o investimento faz sentido

A prática de marketing de conteúdo, aplicada pela Resultados Digitais, por parceiros e por vários de nossos clientes, traz resultados excelentes dentro da metodologia de Inbound Marketing que aplicamos.

É um método explorado com mais profundidade no eBook “Marketing de Conteúdo para Resultados: alinhando conteúdo ao funil de vendas”, produzidos por nós em parceria com a Rock Content.

Mas, resumidamente, podemos dizer que marketing de conteúdo funciona para:

-Educar a audiência e potenciais clientes;
-Ser referência em determinado assunto relacionado a seu mercado;
-Influenciar na decisão de compra.
-Se você sua empresa possui uma presença online, é desejável que seja encontrada pelo maior número de pessoas. Ocupar as primeiras posições no Google é uma missão difícil, que exige um amplo trabalho em SEO e conteúdo.

Basicamente, o Google precisa de autoridade para identificar quais sites devem ser exibidos por primeiro, e é aí que entra o conteúdo.

Se sua empresa produz conteúdo expressivo para seu público-alvo e gera engajamento, comentários ou backlinks, é um sinal de que o seu site é relevante, e por isso ganhará em autoridade e, consequentemente, subirá no ranking.

O robô do Google mostra o que ele entende que são os melhores sites. E além de um site bem otimizado para SEO, o alto volume de tráfego qualificado também é um fator influenciador nesses resultados, já que essa condição é considerada como um sinal de relevância.

Ter um blog com assuntos relacionados a seu negócio diferem você de seus concorrentes também como marca. Como nesses casos o mercado é mais limitado, torna-se imprescindivel fidelizar clientes e fazer com que eles voltem mais vezes. Entregar conteúdo gratuito a um consumidor é uma forma de aproximação.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre, conheça  10 motivos para utilizar automação de marketing de conteúdo.

 

O que sua empresa ganha ao investir em conteúdo digital

É mais barato e tem mais alcance

Engana-se quem pensa que estratégias de conteúdo digital só podem feitas por grandes empresas. Muito pelo contrário, pequenas e médias (PMEs) têm muito a comemorar com esta nova forma de fazer marketing. Afinal, produzir conteúdo próprio e ter meios para levá-lo até o público-alvo liberta todas as empresas da obrigatoriedade de investir muito dinheiro na mídia tradicional.

Basta comparar os valores pagos para anunciar em revistas impressas, em TV ou em rádios com o que se investe para a produção e distribuição de conteúdo próprio. O investimento é infinitamente menor. E o melhor: com marketing de conteúdo, dribla-se a resistência que o público tem com os anúncios tradicionais.

Amplia os horizontes da marca e eleva a reputação

O anseio de toda marca é chegar ao coração de seus consumidores potenciais. Quando o foco do investimento era a mídia tradicional, não era possível ter 100% de certeza de que isso acontecia. Afinal, qualquer pessoa comprava o jornal ou assistia a um programa de televisão e tinha sua leitura ou sua programação interrompida para ver um anúncio. No impresso, não se tem certeza se as pessoas param na página do anúncio para ler a mensagem; na TV e no rádio, o controle remoto dá a possibilidade de mudar de canal/estação assim que chega o intervalo comercial… read more

Geração de leads utilizando marketing de conteúdo

1. Inbound marketing

Sujan Patel, vice-presidente de marketing da When I Work com doze anos de experiência em marketing digital, aposta no inbound marketing como estratégia para geração de leads. Ele divide o plano em três passos básicos:

Criação de conteúdo (ferramentas, ebooks ou white papers): o conteúdo e as ferramentas que forem criadas podem ser utilizados para coletar endereços de e-mails ou obter ações sociais em páginas de conversão (landing pages). No caso da empresa When I Work, foi construído um modelo de planilha de Excel oferecido de graça. Em 2014, a ferramenta converteu mais de 2500 novos trials.

Construção de uma rede de relacionamentos (mídias sociais): dê atenção para o networking principalmente durante o processo de inscrição ou compra, logo após o momento “comprei o que precisava e estou feliz com isso”. Sites de comércio eletrônico costumam pedir que o cliente compartilhe a experiência depois da compra. Ou ainda, quando alguém compra ingressos online para um show, a página dá ao usuário a possibilidade de que ele compartilhe sua ida ao evento. Use essa tática também para SaaS, quando o usuário está empolgado com a compra.

Envio de e-mail marketing: Sujan Patel recomenda a criação de uma campanha de nutrição que revenda o valor do produto, reeduque e ofereça incentivos para o usuário voltar a ser cliente. O e-mail marketing também pode ser utilizado para avisar o usuário de um conteúdo novo, enviar promoções, dicas, etc.

2. Nutrição de leads + CTAs

Grande parte das empresas nutre leads com conteúdo por meio da automação de marketing, compartilhamento de conteúdo selecionado e ligações telefônicas. No entanto, é preciso pensar sobre a criação de mais oportunidades para pontos de contato – é o que diz Sam Aparicio, co-fundador e CEO da Ringio, uma plataforma de telefonia integrada ao CRM (customer relationship management).

Isso significa que além de alimentar os leads com conteúdo relevante para cada estágio do funil, as empresas precisam guiar e incentivar o usuário a praticar ações de conversão. Um exemplo bem conhecido (mas que muitas vezes é menosprezado) é o CTA (call to action), estratégia fundamental para aumentar o número de conversão e geração de leads.

3. AdWords + Landing Pages

A geração de leads deve se concentrar em ebooks, anúncios pagos e landing pages (LPs). Cara Tarbaj, responsável pelo marketing digital na Wishpond, aposta nos ebooks como uma ótima maneira de obter um nicho de mercado informado sobre algo que é relevante para o seu produto ou negócio. Anúncios e LPs são uma combinação eficaz para geração de leads. Uma campanha bem executada no Google AdWords, voltada para o público correto com uma LP otimizada, pode ser uma combinação vencedora para gerar leads qualificados.

4. SEO + Guest Posts

Investimentos em SEO e presença em sites de referência para o seu segmento são as chaves do sucesso da geração de leads. De acordo com Jonathan Bentz, gerente de marketing na Netrepid, a criação de conteúdo otimizado para motores de busca pode se transformar facilmente em leads qualificados. A presença em sites de referência relevantes para a indústria são importantes para pequenas e médias empresas, que provavelmente irão confiar em portais especializados. A dica é procurar portais de serviços específicos e tentar emplacar artigos, guest posts, notícias, etc. Incluir sua empresa na página de serviços do portal também é uma ótima maneira de captar novos leads.

5. Diversificação das estratégias

Quando se trata de geração de leads online, a chave é a diversificação. Para Adam Kearney, VP de marketing da MemberClicks, não há nenhuma receita mágica que atenda a todas as necessidades. Ferramentas e práticas como SEO, SEM, marketing de conteúdo, blogs, publicidade e redes sociais fazem parte de um ecossistema de marketing saudável. Ao diversificar seus esforços e assegurar que você tenha uma abordagem ampla, sua empresa não fica dependente demais de apenas uma tática. Além do mais, essa diversificação libera o espaço necessário para experimentar ideias inovadoras e “fora da caixa”. E o melhor: sem prejudicar seus objetivos gerais se alguma delas der errado.

Fica evidente que independentemente do segmento ou estratégia das empresas acima, o conteúdo é sempre a base de bons resultados. Seja para enviar e-mail marketing ou otimizar o site para os buscadores. Gerar leads requer paciência, planejamento e ação e a melhor forma de fazer isso é investindo em diversas “máquinas” geradoras de leads.

Voz e o Tom de voz de sua marca na produção de conteúdo

Toda empresa tem uma personalidade. Preço justo, qualidade no atendimento e inovação não fazem mais parte do diferencial competitivo de uma empresa. São atributos obrigatórios para qualquer empresa que deseja oferecer um produto ou serviço para o mercado.

A personalidade de uma marca vai além de sua Visão (responsável por nortear a organização) e a Missão (a razão pela qual a empresa existe). Buscar a singularidade no posicionamento produz diferencial competitivo.

Esse papo de branding e marca parece não ser muito ligado com Marketing Digital de resultados, não é mesmo? Mas saiba que ter uma posição clara ajuda e muito na aproximação de sua empresa com sua persona e seu público, possibilitando a criação de conteúdos cada vez mais alinhados e aumentando sua autoridade.

A produção de conteúdo é um dos principais pontos das estratégia de Inbound de uma marca. Mas como uma marca pode traduzir os pontos de seu posicionamento e também os valores que acredita através de sua produção de conteúdo?

Para isso que serve a construção da voz e do tom de voz de uma marca na produção de conteúdos. Através da voz e do tom de voz, a marca consegue se expressar de maneira autêntica, e também criar uma conexão com suas personas através de seus canais de atuação, sendo eles: blog, site, mídias sociais ou materiais ricos.

Descobrindo a personalidade de sua marca

Um ponto importante a destacar é que a personalidade da marca está em constante amadurecimento. Em cada fase, provoca seu público que percebe e reage de diferentes formas ao estímulo promovido por uma campanha de email ou material rico, por exemplo.

Para você se relacionar de maneira mais pessoal e deixando claro seu posicionamento, construímos esse pequeno passo a passo para a definição da voz e tom de voz de sua empresa:

Inicialmente faça as seguintes perguntas:

-Se a sua marca fosse uma pessoa, que tipo de personalidade e comportamentos ela teria, e quais adjetivos a representariam melhor?
-Que tipo de palavras e frases sua marca usaria numa conversa se fosse uma pessoa?
-Se a sua marca fosse uma pessoa, qual seria a relação dela com seu consumidor (um professor, um amigo, um pai, etc)?
-Como você quer que seus clientes pensem sobre a sua empresa?
-Utilizando adjetivos, o que a personalidade de sua marca não é e como ela não pode se comportar?
-Existe alguma marca que tem uma personalidade semelhante à sua? Por que eles são semelhantes?

Voz da marca

A voz de uma marca é a declaração de missão. Ou seja, qual é a razão de sua empresa existir? A voz é a personalidade de sua marca e pode ser descrita através de um adjetivo.

Por exemplo: positiva, sincera, engraçada, animada.

Encontre os adjetivos que melhor descrevem sua marca e você terá encontrado a sua voz.

Fonte: Resultados Digitais

5 dicas de distribuição de conteúdo nas redes sociais

Você costuma programar os posts nas redes sociais? Ou não dá muita importância para esse agendamento?

Saiba que manter um calendário de publicações nas diferentes redes sociais que sua empresa está presente possui inúmeras vantagens. Segundo o blog da CoSchedule, ter um calendário definido de posts para as redes sociais pode aumentar o seu tráfego em até quatro vezes.

Além do mais, é muito mais envolvente e fácil de mensurar resultados quando esse planejamento é feito. Entendendo que nem todos os seus seguidores conseguem visualizar suas atualizações, seja pelo horário em que eles acessam às redes ou devido ao algoritmo do Facebook, manter um calendário de publicações nas redes sociais ajuda você a entregar o conteúdo para o maior número de seguidores possível.

Nesse post, vamos falar sobre algumas formas de você otimizar suas postagens nas redes sociais em 3 fases:

  • Antes (Planejamento estratégico)
  • Durante (Formas de compartilhamento)
  • Depois (Análise de resultados)

1 – Determine uma frequência de posts em cada rede
2 – Poste nos mesmos períodos todo os dias
3 – Compartilhe o conteúdo mais de uma vez
4 – Faça diferente em cada compartilhamento
5 – Meça os resultados

Fonte: Resultados Digitais

O que sua empresa ganha ao investir em uma estratégia de conteúdo digital

Conteúdo digital é mais barato e tem mais alcance

Engana-se quem pensa que estratégias de conteúdo digital só podem feitas por grandes empresas. Muito pelo contrário, pequenas e médias (PMEs) têm muito a comemorar com esta nova forma de fazer marketing. Afinal, produzir conteúdo próprio e ter meios para levá-lo até o público-alvo liberta todas as empresas da obrigatoriedade de investir muito dinheiro na mídia tradicional.

Basta comparar os valores pagos para anunciar em revistas impressas, em TV ou em rádios com o que se investe para a produção e distribuição de conteúdo próprio. O investimento é infinitamente menor. E o melhor: com marketing de conteúdo, dribla-se a resistência que o público tem com os anúncios tradicionais.

Conteúdo digital amplia os horizontes da marca e eleva a reputação

O anseio de toda marca é chegar ao coração de seus consumidores potenciais. Quando o foco do investimento era a mídia tradicional, não era possível ter 100% de certeza de que isso acontecia. Afinal, qualquer pessoa comprava o jornal ou assistia a um programa de televisão e tinha sua leitura ou sua programação interrompida para ver um anúncio. No impresso, não se tem certeza se as pessoas param na página do anúncio para ler a mensagem; na TV e no rádio, o controle remoto dá a possibilidade de mudar de canal/estação assim que chega o intervalo comercial…

Com a internet, isso muda totalmente. Agora é possível produzir conteúdo pensando exatamente no público-alvo. Somente as pessoas realmente interessadas vão buscar no Google informações relacionadas ao negócio da sua empresa e chegam até o conteúdo que você produziu. Também é possível usar algumas técnicas e ferramentas para que o conteúdo se destaque (palavras-chave, post patrocinados etc.). E o mais interessante: é possível monitorar o alcance das publicações, verificar em quais assuntos as pessoas mais estão interessadas… enfim, é possível criar métricas e avaliar resultados.

Conteúdo digital gera leads e potencializa negócios

Vender é o objetivo maior de toda e qualquer estratégia de marketing. Ao produzir conteúdo próprio, a empresa está direcionando seus esforços de comunicação para atrair e se relacionar com potenciais clientes.

É possível identificar possíveis leads e conduzí-los no funil de marketing (alimentando um ciclo de nutrição) para se relacionar com eles e, quando estiverem preparados, se aproximar com um discurso mais voltado para a venda. Ou seja, ao invés de “assustar” o potencial cliente já tentando vender, é possível fazer com que ele se ambiente com o assunto, veja sua necessidade, reconheça a autoridade da marca, conheça os produtos e esteja totalmente aberto para conversar sobre a compra. Tudo isso de forma automatizada, com o mínimo de esforço humano.

Fonte: Contentools

 

Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo: qual a diferença?

O que é Inbound Marketing

Usando uma tradução livre, podemos definir Inbound Marketing como Marketing de Atração. A ideia por trás do Inbound é, em vez de a empresa ir atrás do cliente utilizando técnicas ortodoxas de Marketing, fazer com que o cliente voluntariamente encontre-a por meio de mecanismos de busca, sites de referência, redes sociais, etc.

No Inbound Marketing é o cliente que chega até o site da empresa, mas não imediatamente para comprar, e sim para primeiro buscar respostas que ele precisa. Ou, eventualmente, para matar uma curiosidade e, sem querer, descobrir que precisa de uma solução.

É uma técnica que se encaixa perfeitamente em tempos atuais porque é cada vez mais comum que pessoas utilizem os mecanismos de pesquisa para encontrar respostas para suas dúvidas.

Outro detalhe importante em Inbound Marketing é que a relação não se resume a apenas visitante e cliente. Diferente do Marketing tradicional, há um funil de vendas que segue uma ordem um pouco mais complexa e detalhada:

Atrair: Trazer visitantes para seu site através de conteúdo criado. A atração pode ser, principalmente, por busca orgânica, busca paga ou redes sociais;

Converter: Coletar os contatos dos usuários para poder iniciar um relacionamento com eles, transformando-os em Leads. A conversão pode ser feita através de uma oferta gratuita de um produto em uma Landing Page. Aprenda mais no Webinar “Como criar Landing Pages efetivas”;

Relacionar: É a chave para conduzir os Leads até o momento da compra. Use as mídias sociais, trabalhe suas listas de emails e prepare para a venda usando nutrição de Leads;

Vender: Após um relacionamento prévio com os Leads já mais próximos, o momento da compra se torna muito mais fácil e gera mais resultados. Alinhe equipes de Marketing e Vendas e qualifique seus Leads para vender seu produto às pessoas certas;

Analisar: Para manter a máquina funcionando e se desenvolvendo, examine cada etapa e identifique o que precisa de ajustes. Aprenda mais em nosso eBook “Web Analytics na prática”.

O que é Marketing de Conteúdo

Indo direto ao ponto, Marketing de Conteúdo é todo o conteúdo feito para educar, informar, entreter um futuro cliente. É o combustível do Inbound.

A ideia consiste em informar as pessoas para fazer com que futuramente elas não só respeitem a marca e a tenham como referência, mas também se tornem clientes.

O conceito “Marketing de Conteúdo” é relativamente novo. No entanto, suas aplicações já aconteciam antes mesmo da era digital. Sim, Marketing de Conteúdo offline existe. E faz tempo!

Contextualizando historicamente, em 1895 a John Deere publicou a primeira edição da revista “The Furrow” com foco em assuntos relacionados à agricultura. A revista cumpre exatamente o propósito do conceito: é voltada para pessoas interessadas em agricultura e que um dia poderão ter a necessidade de comprar um trator, por exemplo. É um dos primeiros registros de Marketing de Conteúdo, e desde então, várias marcas têm feito o uso disso.

Aqui na Resultados Digitais, nossa estratégia de Marketing de Conteúdo consiste em publicar posts no blog (como esse e também nos blogs Agências de Resultados e RD Station) e materiais ricos como eBooks, kits, ferramentas e webinars, sempre relacionados a Marketing Digital e Vendas, que é nosso foco.

Para exemplificar, vamos supor que seu negócio seja uma agência de turismo. Você pode criar um blog sobre viagens e começar a produzir conteúdo sobre o assunto para atrair futuros clientes.

Diferente de uma Assessoria de Imprensa, o Marketing de Conteúdo não é sobre falar da empresa em si, mas sobre o que a empresa pode entregar (ou fazer) para os clientes

Existe Inbound Marketing sem Marketing de Conteúdo?

O objetivo do Inbound Marketing está atrelado a atrair as pessoas para uma oferta, trocar essa oferta por seus dados e educá-las até que se tornem clientes.

No entanto, esse processo de Inbound entra diretamente em contato com o Marketing de Conteúdo pois não há como gerar Leads sem bons conteúdos.

Podemos resumir brevemente como o Marketing de Conteúdo sendo uma estratégia de relacionamento com o consumidor e o Inbound Marketing como uma estratégia de conversão e vendas.

A verdade é que não há Inbound Marketing ou Marketing de Conteúdo, e sim Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo. Nenhum sobrevive sem o outro.

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